sexta-feira, 7 de maio de 2010

CONFLITOS ATUAIS PARA OS 2º ANOS


# O MUNDO ÍNDIANO:
HISTÓRICO:
As divergencias que existe na ásia meridional é fruto
do proceso de colonização e da diferença religiosa, que se
agravou coma colonização britânica e a posterior
independencia da região, que se fragmentou orginando
dois novos países, índia e paquistão que passaram a
disputar uma guerra local para ver quem realmente é a
potencia regional.
Essa disputa levou esses dois país no final do seculo
XX a se tornarem dententores de arsenal nucleares, o que
caracterizou um retrocesso na política externa dos dois
países, pois o mundo hoje se encontra muito mais
alinhado a questão econômica do que com o poderiu
militar que forá caracteristica predominante do periodo
compreendido como guerra fria.
A independencia desses dois países só aconteceu em
1947, quando um movimento caracterizado pela
resistência pacífica liderado por Mahatma Ganddhi se
tornou vitorioso na sua luta.
A divisão da ásia meridional em dois estados refletiu
as diferenças religiosas internas, o Paquistão abrangia a
maior parte da população muçulmana e a Índia a maior
parte da população hinduísta.
O parquitão tinha o territorio dividido em duas
porções, que após um violento conflito em 1971, foram
separados surgindo um terceiro estado soberano
bangladesh. Somando-se a esse acontecimentosurge no
mundo indiano dois movimentos saparatista, um no sri
lanka predominantemente budista o nepal e o butão
localizados na região do himaláia e também budistas.
1- A QUESTÃO DA CAXEMIRA:
O controle pela Caxemira --região montanhosa em
disputa pelo Paquistão e a Índia-- já provocou guerras
entre os dois países e há quase seis décadas
separatistas entram em confronto com agentes de
segurança indianos em plena cordilheira do Himalaia
pelo controle da área, que é considerada uma
passagem estratégica à parte sul do continente asiático.
O conflito chegou a adquirir novos contornos nos
últimos anos, com a demonstração de poderio atômico
feito por ambos os países: a rivalidade levou a uma
corrida armamentista que culminou com a entrada de
Índia e Paquistão, em 1998, no clube dos detentores de
armas nucleares. Ambos desenvolveram ao máximo
sua infra-estrutura militar. Desde então, as hostilidades
na Caxemira passaram a ser acompanhadas com mais
atenção pela comunidade internacional.
Grande parte da população da região da Caxemira
é muçulmana e quer a anexação ao Paquistão, o que a
Índia nega. Atualmente, dois terços do território estão
sob domínio indiano e o restante sob controle do
Paquistão e da China.
As relações da Índia com o Paquistão
começaram mal e jamais foram amistosas. Para piorar
ainda mais a difícil convivência entre ambos, observase
que a Índia e o Paquistão (separado originalmente
em Ocidental e Oriental) nasceram nos princípios da
Guerra Fria. O Paquistão inclinou-se a favor dos EUA
enquanto a Índia procurou o apoio da URSS. Explica-se
que ambos possuem bombas atômicas - a Índia
fazendo seu primeiro lançamento em 1974 e o
Paquistão em 1998 em razão deles teriam sido
estimulados pelas superpotências. Os EUA e a URSS
não desejavam que apenas a China Popular fosse
potência nuclear na Ásia e, a própria China Popular,
adversária da Índia, estava interessada em que o
Paquistão entrasse para o clube atômico. O perigo
maior é que elas, as armas nucleares, possam ser
utilizadas para resolver uma velha diferença que já se
arrasta por mais de 50 anos, a questão da Caxemira.
A primeira guerra entre os dois países pelo controle
da caxemira ocorreu entre os anos de 1948 e 1949,
com mais de 1 milhão de mortos. Na tentativa de
terminar com o conflito, no mesmo ano que marcou o
fim da primeira guerra, a ONU (Organização das
Nações Unidas) traçou uma linha de armistício que
dividiu a região em duas áreas. Em 1962, a China
também invadiu a Caxemira, ocupando uma pequena
parte do território
O fundamentalismo islâmico começou a surgir na
região em 1989, com o aparecimento de diversos
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CINGALESES E TÂMEIS NA ILHA
grupos extremistas islâmicos que realizaram diversos
ataques na parte indiana da Caxemira. Nas lutas entre
os grupos que envolvem os dois Exércitos e extremistas
islâmicos pró-Paquistão, mais de 60 mil pessoas já
morreram desde 1989. Segundo o governo indiano,
esses grupos recebem o apoio financeiro do governo
paquistanês, que diz apenas ampará-los politicamente.
Mas, em abril 2006, o presidente paquistanês,
Pervez Musharraf, e o primeiro-ministro indiano,
Manmohan Singh, prometeram buscar um "acordo final"
sobre a disputada região da Caxemira de maneira
"sincera e frutífera". As negociações foram iniciadas em
2004, e por enquanto, ainda não há uma resolução final
sobre o conflito.
Localização: Norte da Índia
- Espaço: norte da Índia na fronteira com o Paquistão e
China.
- Contexto: pós-guerra (2º guerra mundial)
􀀹 Causas do conflito
• O domínio da Índia (maioria hindu) sobre a Caxemira,
que possui grande parte da população muçulmana (75%),
não permitindo a sua emancipação.
• A Caxemira é reivindicada pelo Paquistão, que tem
dado apoio aos separatistas da Caxemira, já que o
Paquistão é um pais muçulmano.
• O conflito tem sido agravado pela corrida
armamentista entre os dois países que aumenta a
possibilidade de uma guerra com grandes proporções.
Os vultuosos gastos militares desviam recursos das
áreas sociais e pioram a situação de pobreza nessas
nações.
2- A QUESTÃO DOS SINKS:
• localização: norte da Índia (região do Punjab).
􀂾 Fatores:
• Os Sinks de maioria muçulmana lutam pela
independência do Punjab.
• A Índia não aceita a independência dessa região
porque teme a fragmentação de seu território com o
acirramento de outros movimentos separatistas.
3- A QUESTÃO DO SRI LANKA:
􀂾 CAUSAS DO CONFLITO
• A forte discriminação sofrida pelo tamis,
• Falta escola, trabalho e qualificação para essa etnia
que habita o norte da ilha. .
• Nos últimos anos o grupo tigre de libertação Tamil
Eelam, reivindicam a independência da península de
jaffna localizada no norte do país
Espaço: Norte do país, na região de Jafna
Corresponde Antigo Ceilão, tendo estado sob a
dominação Britânica até 1948.
Distribuição populacional: 75% de Cingaleses, 13% de
Tamis e o restante representando outras etnias.
4- A QUESTÃO DO QUEBEC
• Espacialização do conflito: vale do rio São Lourenço
no Canadá.
• Fatores do conflito:
Esta região historicamente foi colonizada por
franceses católicos que se tornaram maioria a passaram a
desenvolver atividades produtivas e culturais diferente do
restante do país colonizados pelos ingleses.
Essa comunidade e seus descendentes lutam peta
preservação de sua cultura, pela igualdade de direitos no
Canadá e, eventualmente, pela autonomia política.
A hegemonia econômica dos anglo-canadenses
transformou o inglês na língua dos negócios, mesmo no
Quebec.
Essa situação propiciou o surgimento, nos anos 60, da
Frente de Libertação do Quebec (FLQ), organização
terrorista que foi desmantelada em 1970, quando o governo
do Canadá em 1969 tornou o pais oficialmente bilíngüe.
• Situação atual do confllito:
Hoje essas duas étnias que habitam no quebec
convivem de certa forma hamônica, pois os franceses que lá
residem passaram a ter uma certa autonomia, e no final da
decada de 1990 ocorreu um plesbicito no qual a maioria
decidiu ficar unida ao canadá (50,3% , contra 49,7%da
população).
No entanto esse mesmo plebiscito decidiu que antes
do final da primeira decada do seculo XXI ocorrerá um
novo plebiscito para decidir se essa província se torna
independente ou não do canadá

terça-feira, 20 de abril de 2010

DUELO NA JUSTIÇA VENCE A RAZÃO BELO MONTE VAI SAIR


Brasília - O consórcio Norte Energia, liderado pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e a construtora Queiroz Galvão, recebeu concessão para comandar Belo Monte. A informação foi divulgada há pouco no blog do jornalista Lauro Jardim, de Veja.

| Últimas notícias

* 20/04/2010 | Queiroz Galvão e Chesf vencem Belo Monte

* 20/04/2010 | Terceira liminar não pode cancelar leilão

* 20/04/2010 | Leilão só será homologado após liminar ser cassada

* 20/04/2010 | Leilão de Belo Monte foi encerrado na primeira fase

* 20/04/2010 | Leilão da usina de Belo Monte é encerrado na 1ª fase

+ Todas as notícias de Meio Ambiente & Energia
O consórcio deve operar com o valor de R$ 78,03 MWh. O teto estabelecido pelo Ministério de Minas e Energias era R$ 83 MWh.

O consórcio Norte Energia tem participação da Chesf com 49,98%; Construtora Queiroz Galvão (10,02%); Galvão Engenharia (3,75%); Mendes Júnior (3,75%); Serveng-Sivilsan (3,75%); J Malucelli Construtora (9,98%); Contern Construções (3,75%); Cetenco Engenharia (5%) e Gaia Energia e Participações (10,02%).

O leilão acabou ainda na primeira fase, nos primeiros 7 minutos, pois a diferença de valor entre os dois consórcios foi superior a 5%.

Depois de suspenso duas vezes, o leilão para definir a concessionária da usina localizada no Pará foi realizado hoje (20), na sede da Agência Nacional de Energia Elétrica em Brasília.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

BELO MONTE : DUELO NA JUSTIÇA

Por Reuters, reuters.com, Atualizado: 15/4/2010 20:56
Governo recorre para retomada de leilão de Belo Monte

SÃO PAULO (Reuters) - A Advocacia Geral da União (AGU) recorreu nesta quinta-feira contra a liminar que suspendeu na quarta-feira o leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte, marcado para o próximo dia 20.

Segundo a assessoria de imprensa da AGU, o recurso foi despachado diretamente no Tribunal Regional Federal da 1a Região, em Brasília.

A expectativa, segundo comunicado do advogado-geral da União, Luís Adams, é que "o presidente do tribunal decida ainda nesta quinta-feira" o recurso que tenta derrubar a liminar concedida na quarta-feira pelo juiz federal Antonio Carlos Almeida Campelo, da subseção de Altamira, no Pará.

Na semana passada, o MPF do Pará abriu simultaneamente duas ações civis públicas contra o licenciamento ambiental que liberou a construção da usina hidrelétrica.

O MPF sustenta que a "construção do empreendimento violaria vários dispositivos da legislação ambiental, inclusive a falta de dados científicos conclusivos". Há ainda outra ação interposta pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), pedindo a suspensão do leilão pelo mesmo motivo da decisão que resultou na liminar de quarta-feira.

Na sexta-feira termina o prazo para inscrição e aporte de garantias para os interessados em participar do leilão de Belo Monte.

Fonte do Ministério das Minas e Energia que preferiu não se identificar afirmou que dois consórcios confirmaram participação, mesmo com a desistência, na semana passada, do grupo da Camargo Corrêa e da Odebrecht.

O primeiro grupo confirmado é formado por Andrade Gutierrez, Neoenergia, Votorantim e Vale. O segundo grupo não confirma a sua configuração, mas as empresas Queiroz Galvão, Serveng, OAS e Alupar confirmaram interesse em participar do leilão, enquanto o Grupo Bertin diz que tem estudado opções de investimento na área de energia.

"Se não houver dois participantes, o leilão deve ser adiado. Seria muito feio um leilão com um participante e com energia vendida pelo preço-teto", disse o analista do setor elétrico Walter De Vito, da Tendências Consultoria.

"Geralmente liminares caem rápido. Até a saída das duas construtoras na semana passada parecia que seria um leilão tradicional, mas o anúncio de saída colocou um ponto de interrogação no processo", afirma.

A usina hidrelétrica de Belo Monte, que deverá ser a terceira maior do mundo, atrás da binacional Itaipu e da chinesa Três Gargantas, tem investimentos previstos de 19 bilhões de reais e o preço-teto por megawatt-hora é de 83 reais. Vence o leilão quem oferecer o maior deságio.

O empreendimento tem entrada de operação prevista para 2015 (1a fase) e 2019 (2a fase), e terá capacidade instalada de 11 mil megawatts, com garantia física de 4.571 megawatts médios.

(Por Alberto Alerigi Jr., com reportagem adicional de Carolina Marcondes e Denise Luna)

quarta-feira, 24 de março de 2010

TRABALHO PARA OS 2º ANOS

Aqui os alunos dos 2º anos poderam postar seus comentários para análise posterior.
grato professor Jota Marcelino

TRABALHO PARA OS 3º ANOS

Aqui os alunos dos 3º anos poderam postar seus comentários para análise posterior.
grato professor Jota Marcelino

quarta-feira, 10 de março de 2010

ESCOLA PÚBLICA TAMBÉM PARA POLITICOS


Amigos, Vamos divulgar!

GENIAL!!!! ESPETACULAR!!!!

Só assim para melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro.
Um país se mede pela educação do seu povo.
Educação de qualidade para todos. É a única chance que os mais pobres teem para competir de igual para igual no meio acadêmico!

Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em escolas públicas.


Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque.
Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, Deputado, etc.)
seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.

As conseqüências seriam as melhores possíveis.
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.

SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM.

Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto PASSARÁ,
SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.

http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007
Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem
seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

PARABÉNS PARA O SENADOR CRISTOVAM BUARQUE.
BOA SORTE JUNTO A SEUS PARES.
IDÉIA SENSACIONAL!!!!

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007

PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 480 de 2007

Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º
Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados
a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de educação básica.

Art. 2º
Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no máximo, 1º de janeiro de 2014.
Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades
respectivas.

JUSTIFICAÇÃO
No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da
escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o ensino público.
Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo
raras exceções, estudando em escolas privadas. Esta é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas
nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios.
Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de seus filhos.
Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais – vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores
e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice- Presidente da República – deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusive no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoras.
O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros, os seguintes objetivos:
a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende ao povo;
b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades para com a educação pública com a conseqüente melhoria da qualidade dessas escolas.
c) financeiro: evitará a “evasão legal” de mais de 12 milhões de reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor público, inclusive para a educação;
d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil.
Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade social brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118 anos de uma República que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a
outra com privilégios, não permite a implementação imediata desta decisão.
Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará completando 125 anos de sua proclamação. É um prazo muito longo desde
1889, mas suficiente para que as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elite dirigente exige para a escola de seus filhos.
Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda tivesse duas educações – uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os
filhos do povo –, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a educação era reservada para os nobres.
Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a aprovação deste projeto.
Sala das Sessões,
Senador CRISTOVAM BUARQUE

segunda-feira, 1 de março de 2010

A INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIA PARA 1º E 2º ANO

ESSA CALOU OS AMERICANOS.! !!
SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS




Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalizaçã o da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr..Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalizaçã o da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalizaçã o, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."

"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalizaçã o de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de
um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

"Como humanista, aceito defender a internacionalizaçã o do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

AQUECIMENTO GLOBAL PREOCUPA BIN LADEN



Mundo rss


Bin Laden preocupado com aquecimento global
2010-01-29

O chefe da Al-Qaida, Osama bin Laden, apelou, ainda, ao boicote ao dólar, numa mensagem áudio difundida hoje, sexta-feira, pela cadeia Al-Jazira.

"Todas as nações industrializadas, particularmente as grandes nações, são responsáveis pelo sobreaquecimento climático", disse Usama bin Laden nesta nova mensagem áudio, a segunda em cinco dias, segundo a televisão por satélite do Qatar.

«Nós devemos deixar de utilizar o dólar e desembaraçarmo-nos da moeda norte-americana. Eu sei que isso teria repercussões enormes, mas seria o único meio de libertar a humanidade da escravidão da América e das suas empresas", refere o líder da Al-Qaida na mensagem.

A 24 de Janeiro, o líder da Al-Qaida, num breve registo áudio, reivindicou o atentado falhado contra um avião de uma linha norte-americana no dia de Natal e ameaçou os Estados Unidos com novos ataques se aquele país continuar a apoiar Israel.

Na referida mensagem, Bin Laden também homenageou o "herói" Umar Faruk Abdulmutallab, o jovem nigeriano que tentou a 25 de Dezembro de 2009 fazer explodir o avião que efectuava um voo entre Amesterdão e Detroit

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

ONDE FOI PARA O AQUECIMENTO GLOBAL

Clima
Onde foi parar o aquecimento global?



O ano em que foi registrado o recorde de altas temperaturas na Terra não foi 2007 ou 2008, mas 1998. Nos últimos 11 anos não se observou um aumento das temperaturas do planeta. Ninguém previu isso, mesmo com o aumento das emissões de dióxido de carbono, gás que se pensa ser o responsável pelo aquecimento global.

Aqueles que não acreditam na mudança do clima da Terra argumentam que há ciclos naturais, dos quais não se tem controle, que determinam a temperatura do planeta. Mas qual a evidência disso?

A abordagem das pesquisas foi simples: verificar o comportamento do sol e a intensidade dos raios cósmicos nos últimos 30-40 anos e compará-los com a tendência de aumento da temperatura. Os resultados foram claros: “o aquecimento nas duas últimas décadas dos 40 anos pesquisados não pode ter sido causado pela atividade solar”, declara Dr. Piers Forster, da Universidade de Leads. Mas outro cientista, Piers Corbyn, da Weatheraction, discorda. Ele acredita que as partículas com energia do sol que chegam à Terra nos provocam um grande impacto.

De acordo com a pesquisa desenvolvida pelo professor Don Easterbrrk, da Western Washington University, os oceanos e a temperatura são correlatos. Os oceanos, segundo o professor, têm um ciclo de aquecimento e resfriamento natural. Nos anos 1980 e 1990, estávamos num ciclo positivo, isto é, de temperaturas mais altas que a média. As observações revelaram que, nesta época, a temperatura global era quente também.

Estes ciclos, no passado, duravam cerca de 30 anos.
Fontes: BBC News - What happened to global warming?

domingo, 6 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL PAZ AMOR E FELICIDADE


Natal... é tempo de comemorar !

Comemoremos a vida, a família,
os amigos e os nossos ideais.

Ah ! Como seria bom se nesse natal
pudéssemos realizar todos nossos sonhos.

Se pudéssemos enfrentar de cabeça erguida todos
nossos problemas e sairmos vitoriosos em tudo isso.

Como eu gostaria de poder realizar meu sonho
sentimental e nesse dia feliz encontrar quem eu,
por toda minha vida procurei.

Encontrar você... meu mais doce amor !

E juntos poderíamos navegar no embalo das músicas
natalinas, no soar de cada sino e brilharmos juntinhos
feito luzes de natal.

E tenha a certeza que esse dia,
seria o dia mais feliz da minha vida,
pois seria uma noite de grandes felicidades...
uma Noite de Natal.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

PARABÉNS AOS MEUS COLEGAS PROFESSORES




As bolas de papel na cabeça,
Os inúmeros diários para se corrigir,
As críticas, as noites mal dormidas...
Tudo isso não foi o suficiente
Para te fazer desistir do teu maior sonho:
Tornar possíveis os sonhos do mundo.

Que bom que esta tua vocação
Tem despertado a vocação de muitos.
Parece injusto desejar-te um feliz dia dos professores,
Quando em seu dia-a-dia
Tantas dificuldades acontecem.
A rotina é dura, mas você ainda persiste.
Teu mundo é alegre, pois você
Consegue olhar os olhos de todos os outros
E fazê-los felizes também.

Você é feliz, pois na tua matemática de vida,
Dividir é sempre a melhor solução.
Você é grande e nobre, pois o seu ofício árduo lapida
O teu coração a cada dia,
Dando-te tanto prazer em ensinar.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Trabalho para os 3º ano Polivalente Tarde


Responda:Quais objetivos do IDH? Na questão da educação como é feita esta avaliação? Na questão da longevidade com é mensurado isso? E quanto a divisão de renda fale sobre essa avaliação.

sábado, 12 de setembro de 2009

O FORNO NOSSO DE CADA DIA


Aquecimento Global


O aquecimento global é o aumento da temperatura terrestre (não só numa zona específica, mas em todo o planeta) e tem preocupado a comunidade científica cada vez mais. Acredita-se que seja devido ao uso de combustíveis fósseis e outros processos em nível industrial, que levam à acumulação na atmosfera de gases propícios ao Efeito Estufa, tais como o Dióxido de Carbono, o Metano, o Óxido de Azoto e os CFCs.

Há muitas décadas que se sabe da capacidade que o Dióxido de Carbono tem para reter a radiação infravermelha do Sol na atmosfera, estabilizando assim a temperatura terrestre por meio do Efeito Estufa, mas, ao que parece, isto em nada preocupou a humanidade que continuou a produzir enormes quantidades deste e de outros gases de Efeito Estufa.

A grande preocupação é se os elevados índices de Dióxido de Carbono que se têm medido desde o século passado, e tendem a aumentar, podem vir a provocar um aumento na temperatura terrestre suficiente para trazer graves conseqüências à escala global, pondo em risco a sobrevivência dos seus habitantes.

Na realidade, desde 1850 temos assistido a um aumento gradual da temperatura global, algo que pode também ser causado pela flutuação natural desta grandeza. Tais flutuações têm ocorrido naturalmente durante várias dezenas de milhões de anos ou, por vezes, mais bruscamente, em décadas. Estes fenômenos naturais bastante complexos e imprevisíveis podem ser a explicação para as alterações climáticas que a Terra tem sofrido, mas também é possível e mais provável que estas mudanças estejam sendo provocadas pelo aumento do Efeito Estufa, devido basicamente à atividade humana.

Para que se pudesse compreender plenamente a causa deste aumento da temperatura média do planeta, foi necessário fazer estudos exaustivos da variabilidade natural do clima. Mudanças, como as estações do ano, às quais estamos perfeitamente habituados, não são motivos de preocupação.

Na realidade, as oscilações anuais da temperatura que se têm verificado neste século estão bastante próximo das verificadas no século passado e, tendo os séculos XVI e XVII sido frios (numa escala de tempo bem mais curta do que engloba idades do gelo), o clima pode estar ainda a se recuperar dessa variação. Desta forma os cientistas não podem afirmar que o aumento de temperatura global esteja de alguma forma relacionado com um aumento do Efeito Estufa, mas, no caso dos seus modelos para o próximo século estarem corretos, os motivos para preocupação serão muitos.

Segundo as medições da temperatura para épocas anteriores a 1860, desde quando se tem feito o registro das temperaturas em várias áreas de globo, as medidas puderam ser feitas a partir dos anéis de árvores, de sedimentos em lagos e nos gelos, o aumento de 2 a 6 ºC que se prevê para os próximos 100 anos seria maior do que qualquer aumento de temperatura alguma vez registrado desde o aparecimento da civilização humana na Terra. Desta forma torna-se assim quase certo que o aumento da temperatura que estamos enfrentando é causado pelo Homem e não se trata de um fenômeno natural.

No caso de não se tomarem medidas drásticas, de forma a controlar a emissão de gases de Efeito Estufa é quase certo que teremos que enfrentar um aumento da temperatura global que continuará indefinidamente, e cujos efeitos serão piores do que quaisquer efeitos provocados por flutuações naturais, o que quer dizer que iremos provavelmente assistir às maiores catástrofes naturais (agora causadas indiretamente pelo Homem) alguma vez registradas no planeta.

A criação de legislação mais apropriada sobre a emissão dos gases poluentes é de certa forma complicada por também existirem fontes de Dióxido de Carbono naturais (o qual manteve a temperatura terrestre estável desde idades pré-históricas), o que torna também o estudo deste fenômeno ainda mais complexo.

Há ainda a impossibilidade de comparar diretamente este aquecimento global com as mudanças de clima passadas devido à velocidade com que tudo está acontecendo. As analogias mais próximas que se podem estabelecer são com mudanças provocadas por alterações abruptas na circulação oceânica ou com o drástico arrefecimento global que levou à extinção dos dinossauros. O que existe em comum entre todas estas mudanças de clima são extinções em massa, por todo o planeta tanto no nível da fauna como da flora. Esta analogia vem reforçar os modelos estabelecidos, nos quais prevêem que tanto os ecossistemas naturais como as comunidades humanas mais dependentes do clima venham a ser fortemente pressionados e postos em perigo.

Fonte: educar.sc.usp.br

O PROUNI QUE BICHO É ESSE?

PROUNI


O que é
É um programa do Ministério da Educação que foi criado pelo Governo Federal em 2004. O programa oferece bolsas de estudos em instituições privadas de educação supe­rior para cursos de graduação e sequenciais de formação específica. As bolsas são ofere­cidas para estudantes brasileiros que não tenham diploma de nível superior.
As bolsas são distribuídas conforme as notas obtidas pelos estudantes no ENEM, e também conforme a avaliação da renda familiar. Assim, os estudantes que alcançarem as melhores notas no exame e tiverem renda familiar compatível com os critérios exigidos pelo Governo Federal, terão maiores chances de escolher o curso e a instituição em que desejam estudar



Tipos de Bolsa
Bolsa integral: para estudantes que possuam renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio.
Bolsa parcial de 50%: para estudantes que possuam renda familiar, por pessoa, de até três salários mínimos.



Como Participar
Você poderá se inscrever e obter informações sobre prazos e etapas do processo seletivo no link abaixo:
portal.mec.gov.br/prouni

SAIBA MAIS SOBRE O ENEM

NOVO ENEM


O que é
O ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) é um exame realizado, anualmente, pelo Governo Federal. Enquanto os vestibulares convencionais avaliam o conteúdo que o aluno acumulou durante os anos de escolarização, o ENEM coloca o estudante diante de situações-problema e avalia as competências e habilidades adquiridas pelo aluno. Para o ENEM, o importante é que o aluno saiba aplicar seus conhecimentos a situações da vida cotidiana.
O Ministério da Educação apresentou uma proposta de reformulação do Exame Na­cional do Ensino Médio (Enem) e sua utilização como forma de seleção unificada nos processos seletivos das universidades públicas federais. A proposta tem como principais objetivos democratizar as oportunidades de acesso às vagas federais de ensino superior, possibilitar a mobilidade acadêmica e induzir a reestruturação dos currículos do ensino médio. Além disto, o Enem continuará a ser utilizado como uns dos critérios para distri­buição de bolsas pelo ProUni e como forma de avaliar a qualidade das escolas de Ensino Médio.



A Prova
A prova é estruturada em torno de competências transversais: interpretar, analisar, comparar e elaborar propostas para solução de problemas. O aluno é confrontado com situações contextualizadas e interdisciplinares. São questões que convidam o aluno a prestar atenção nas informações dadas no enunciado, a efetuar cálculos, observar, refletir, comparar, reunir conhecimentos ou identificações, a fazer ordenações e, por fim, tomar uma decisão em relação à alternativa julgada correta ou a ser assumida como correta.

O novo exame será composto por testes em quatro áreas, ou matrizes, de conhecimento:
• Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (incluindo redação);
• Ciências Humanas e suas Tecnologias;
• Ciências da Natureza e suas Tecnologias;
• Matemática e suas Tecnologias.

Cada grupo de testes, ou cada área, será composto por 45 itens de múltipla escolha, aplicados em dois dias.A redação deverá ser feita em língua portuguesa e estruturada na forma de texto em prosa do tipo dissertativo-argumentativo, a partir de um tema de ordem social, científica, cultural ou política.



Importância do ENEM
Desde 1998, muitas instituições de ensino superior, públicas e privadas, utilizam a nota do Enem, total ou parcialmente, em seus processos de seleção ou vestibulares.
A partir de 2005, devido à utilização da nota do ENEM como parte do critério de seleção do ProUni, o número de inscritos aumentou muito.
Agora, o Enem será o principal critério de seleção em várias Universidades Federais; servirá de exame de certificação para pessoas acima de 18 anos que não completaram o ensino médio regular, e também irá substituir a prova do ENADE, o exame de avaliação do ensino superior, para os estudantes in­gressantes no ensino superior. Além disso, existe a expectativa de que várias faculdades particulares deixem de realizar seus vestibulares e adotem integralmente o Enem como processo seletivo, e, futuramente, também da adesão de outras Universidades Públicas.



Objetivos Principais
Os objetivos dos alunos que fazem a prova do ENEM hoje são, principalmente, concorrer a uma vaga no PróUni, programa do Governo Federal que concede bolsas de estudo a estudantes de baixa renda; ou usar a nota como critério de seleção nas universidades federais que aderiram à proposta o Ministério da Educação.
PORTAL SÃO FRANCISCO

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A POBREZA E A MISÉRIA




# Causas da pobreza:

A pobreza não resulta de uma única causa mas de um conjunto de fatores;

Factores político-legais: corrupção,inexistencia ou mau funcionamente de um sistema democratico,fraca igualdade de oportunidades

Fatores económicos: sistema fiscal inadequado, representando um peso excessivo sobre a economia ou sendo socialmente injusto; a própria pobreza, que prejudica o investimento e o desenvolvimento, economia dependente de um único produto.

Fatores sócio-culturais: reduzida instrução, discriminação social relativamente ao género ou à raça, valores predominantes na sociedade, exclusão social, crescimento muito rápido da população.

Fatores naturais: desastres naturais, climas ou relevos extremos, doenças.
Problemas de Saúde: adição a drogas ou alcoolismo, doenças mentais, doenças da pobreza como a SIDA e a malária; deficiências físicas.

Fatores históricos: colonialismo, passado de autoritarismo político.
Insegurança: guerra, genocídio, crime.

# Consequências da pobreza :

-Fome.
-Baixa esperança de vida.
-Doenças.
-Falta de oportunidades de emprego.
-Carência de água potável e de saneamento.
-Maiores riscos de instabilidade política e violência.
-Emigração.
-Existência de discriminação social contra grupos vulneráveis.
-Existência de pessoas sem-abrigo.
-Depressão

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O NORDESTE A REGIÃO DE CONTRASTES


Região Nordeste

Inclui os estados do

Alagoas

Bahia

Ceará

Maranhão

Paraíba

Pernambuco

Piauí

Rio Grande do Norte

Sergipe

Ocupando área de 1.561.177,8 km2, o que corresponde a 18,26% da área total do país. A maior parte de seu território é formada por extenso planalto, antigo e aplainado pela erosão. Em função das diferentes características físicas que apresenta, a região Nordeste encontra-se dividida em quatro sub-regiões: Zona da Mata, Agreste, Sertão e o Polígono das Secas.

A faixa de transição entre o sertão semi-árido e a região Amazônica denomina-se Meio-Norte, apresentando clima bem mais úmido e vegetação exuberante à medida que avança para o oeste. A vegetação natural dessa área é a mata dos cocais, onde se encontra a palmeira babaçu, da qual é extraído óleo utilizado na fabricação de cosméticos, margarinas, sabões e lubrificantes. A economia local é basicamente agrícola, predominando as plantações de arroz nos vales úmidos do estado do Maranhão. Na década de 80, no entanto, teve início o processo de industrialização da área, com a instalação de indústrias que constituem extensões dos projetos minerais da Amazônia.

A economia da região Nordeste baseia-se na agroindústria do açúcar e do cacau. O petróleo é explorado no litoral e na plataforma continental e processado na refinaria Landulfo Alves, em Salvador, e no Pólo Petroquímico de Camaçari, também no estado da Bahia. O setor de turismo, que tem demonstrado grande potencialidade de desenvolvimento na região Nordeste, vem crescendo consideravelmente nos últimos anos e apresenta perspectivas otimistas para o futuro.

A população da região Nordeste totaliza 44.768.201 habitantes, o que representa 28,9% do total do país. Sua densidade demográfica é de 28,05 habitantes por km2 e a maior parte da população se concentra na zona urbana (60,6%). As principais metrópoles regionais são as cidades de Salvador, capital do estado da Bahia, Recife, capital do estado de Pernambuco, e Fortaleza, capital do estado do Ceará.

Zona da Mata - É a mais povoada, a que concentra o maior número de indústrias e a mais urbanizada. Estende-se do estado do Rio Grande do Norte ao sul do estado da Bahia, numa faixa litorânea de até 200 km de largura. É uma área que atrai muitos turistas de outras regiões do Brasil e do exterior, devido a suas belas praias. Possui clima tropical úmido, com chuvas mais freqüentes na época do outono e inverno, exceto no sul do estado da Bahia, onde se distribuem uniformemente por todo o ano. O solo dessa área é fértil e a vegetação natural é a mata atlântica, já praticamente extinta e substituída por lavouras de cana-de-açúcar, desde o início da colonização do país.

Agreste - É a área de transição entre a Zona da Mata, região úmida e cheia de brejos, e o sertão semi-árido. Nesta sub-região os terrenos mais férteis são ocupados por minifúndios, onde predominam as culturas de subsistência e a pecuária leiteira. Seus produtos abastecem o maior mercado consumidor do Nordeste - A Zona da Mata.

Sertão - Extensa área de clima semi-árido, nos estados do Rio Grande do Norte e Ceará o sertão chega até o litoral. Os solos desta sub-região são rasos e pedregosos, as chuvas escassas e mal distribuídas e as atividades agrícolas sofrem grande limitação. A vegetação típica do sertão é a caatinga. Nas partes mais úmidas existem bosques de palmeiras, especialmente a carnaubeira, também chamada "árvore da providência", por serem todas as sua partes aproveitadas. O rio São Francisco é o maior rio da região e única fonte perene de água para as populações que habitam as suas margens. Nele existem várias represas e usinas hidrelétricas, como a de Sobradinho, em Juazeiro, estado da Bahia, e a de Paulo Afonso, na divisa dos estados da Bahia e Pernambuco. A economia do sertão nordestino baseia-se na pecuária extensiva e no cultivo de algodão em grandes propriedades de terra, com baixa produtividade. O Sertão apresenta muitos rios temporários e baixo índice pluviométrico, que também tem como característica a irregularidade, pois ocorrem longos períodos sem chuva (estiagem).

Polígono das Secas - Delimitada em 1951 para combater as secas do Nordeste, essa área abrange praticamente todos os estados do Nordeste, com exceção do Maranhão e o litoral leste da região. As secas de 1979 a 1984 e 1989 a 1990 atingiram 1.510 municípios do Nordeste brasileiro. O combate tradicional às secas vem sendo feito com a construção de açudes e distribuição de verbas aos prefeitos dos municípios atingidos. Recentemente, no entanto, o governo federal começou a implementar projetos na região, que visam à solução definitiva do problema de convivência do homem nordestino com a seca. Dentre tais projetos destaca-se o projeto Áridas, financiado pelo Banco Mundial.

Fonte: www.brasilrepublica.com

AS NOVAS FONTES DE ENERGIA LIMPA

Energia das Marés

Os oceanos podem ser uma fonte de energia para iluminar as nossas casas e empresas. Neste momento, o aproveitamento da energia dos mar é apenas experimental e raro.

Mas como é que se obtém energia a partir dos mares?

Existem três maneiras de produzir energia usando o mar: as ondas, as marés ou deslocamento das águas e as diferenças de temperatura dos oceanos.
A energia das ondas

A energia cinética do movimento ondular pode ser usada para pôr uma turbina a funcionar.

No exemplo da figura, a elevação da onda numa câmara de ar provoca a saída do ar lá contido; o movimento do ar pode fazer girar uma turbina. A energia mecânica da turbina é transformada em energia eléctrica através do gerador.

Quando a onda se desfaz e a água recua o ar desloca-se em sentido contrário passando novamente pela turbina entrando na câmara por comportas especiais normalmente fechadas.

Esta é apenas uma das maneiras de retirar energia da ondas. Actualmente, utiliza-se o movimento de subida/descida do onda para dar potência a um êmbolo que se move para cima e para baixo num cilindro. O êmbolo pode por um gerador a funcionar.

Os sistemas para retirar energia das ondas são muito pequenos e apenas suficientes para iluminar uma casa ou algumas bóias de aviso por vezes colocadas no mar.
A energia das marés

A energia da deslocação das águas do mar é outra fonte de energia. Para a transformar são construídos diques que envolvem uma praia. Quando a maré enche a água entra e fica armazenada no dique; ao baixar a maré, a água sai pelo dique como em qualquer outra barragem.

Para que este sistema funcione bem são necessárias marés e correntes fortes. Tem que haver um aumento do nível da água de pelo menos 5,5 metros da maré baixa para a maré alta. Existem poucos sítios no mundo onde se verifique tamanha mudança nas marés.
A energia térmica dos oceanos

O último tipo de energia oceânica usa as diferenças de temperatura do mar. Se alguma vez mergulhares no oceano notarás que a água se torna mais fria quanto mais profundo for o mergulho. A água do mar é mais quente á superfície porque está exposta aos raios solares; é por isso que os mergulhadores vestem fatos próprios para mergulhar em zonas profundas. Os fatos colam-se ao corpo mantendo-o quente.

Pode-se usar as diferenças de temperatura para produzir energia, no entanto, são necessárias diferenças de 38º Fahrenheit entre a superfície e o fundo do oceano. Esta fonte de energia está a ser usada no Japão e no Hawai, mas apenas como demonstração e experiência.

Fonte: www.abcdaenergia.com

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

ORIGENS DOS NOMES DOS ESTADOS NORDESTINOS

ESTADOS BRASILEIROS - REGIÃO NORDESTE
Origem dos nomes


ALAGOAS - Deriva dos numerosos lagos e lagoas que caracterizam o litoral alagoano. O acréscimo do “a” inicial, no caso, corresponde a uma figura gramatical denominada metaplasmo de prótese, ou seja, o acréscimo de um fonema (som da letra) ao início, meio ou fim da palavra.

BAHIA - Vem da baía de Todos os Santos, região onde uma esquadra portuguesa pilotada por Américo Vespúcio fundeou em 1º de novembro de 1501, dia em que os católicos festejam todos os santos. Referindo-se a este fato em carta que tratava de outra expedição, Vespúcio afirma que “porque tínhamos um regimento d’El Rei ordenando que, se qualquer dos navios se extraviasse da rota ou do seu capitão, fosse ter à terra descoberta (na viagem passada) a um ponto que pusemos o nome de baía de Todos os Santos”...Em 1534, quando foi iniciada a colonização da capitania, houve uma orientação para que estas fossem batizadas com nomes dos acidentes geográficos mais notáveis do território.

CEARÁ - Segundo a versão mais aceita o nome vem de "ciará" ou "siará", que na língua tupi significa "canto da jandaia", um tipo de papagaio pequeno e grasnador. A história registra que em 1535 a coroa portuguesa concedeu a Antônio Cardoso de Barros a capitania do Siará, mas ele nunca se importou em tomar posse dela. Em 1603, Pero Coelho de Souza obteve permissão para colonizar o Siará Grande, mas retirou-se da região em virtude de uma grande seca. Alguns anos depois, em 1619, Martins Soares Moreno tornou-se, por carta régia, senhor da capitania do Siará. Seu amor por uma índia serviu de tema para o romance Iracema, do escritor cearense José de Alencar.

MARANHÃO - Diversas hipóteses tentam explicar a origem desse nome, mas na verdade, ninguém sabe dizer qual é a verdadeira. Segundo alguns, os primeiros exploradores espanhóis teriam dado ao rio Amazonas a denominação de Marañon, para indicar, em castelhano, que ele não era o mar (mar+non), e esse vocábulo passou a identificar, também, a região que incluía o atual estado maranhense. Outra versão defende a tese de que as palavras mbara (mar) e nã (corrente), do idioma tupi, é que tenham influenciado a designação. Uma terceira explicação estaria em Mair-Anhangá, expressão tupi-guarani cujo significado é “espírito de mair”, nome que os indígenas brasileiros davam aos franceses que ali tentavam instalar uma colônia; além da que aceita a possível associação com o cajueiro, árvore típica da região conhecida como "marañón" em espanhol, e outras mais.

PARAÍBA - vem da junção do tupi “pa’ra” com “a’iba”, que significa ruim, impraticável para a navegação. O nome foi dado ao rio e depois ao estado. Em 1534 aconteceu um sério incidente na então capitania de Itamaracá, que ficou conhecido como "Tragédia de Tracunhaém". Nesse episódio os índios potiguares mataram todos os moradores de um engenho com o mesmo nome, em Pernambuco, e foi em conseqüência dele que D. João III, rei de Portugal, criou a capitania do Rio Paraíba, desmembrando-a da área pertencente à de Itamaracá

PERNAMBUCO - vem do tupi-guarani “paranambuco”, junção de para’nã (rio caudaloso) e pu’ka (rebentar, furar), e seu significado é o de “buraco no mar”, pois os índios usavam o termo em relação aos navios que furavam a barreira de recifes. Alguns estudiosos, no entanto, afirmam que esse era a nome que os indígenas locais, na época do descobrimento, davam o pau-brasil. Outra explicação presente na “História de Pernambuco”, publicada no site Memorialpernambuco, diz que a palavra indígena Paranãpuka, que significa "buraco no mar", era a forma como os índios conheciam a foz do rio Santa Cruz, que separa a ilha de Itamaracá do continente, ao norte do Recife, tendo caminhado daí para suas formas primitivas Perñabuquo e Fernambouc, já denominando o porto do Recife e fazendo-se presente nos mapas portugueses.

PIAUÍ - Existem diversos estudos sobre a origem do nome Piauí, palavra indígena do idioma tupi, onde piau significa peixe e o y, rio, ou seja, “rio dos piaus”. A maioria desses trabalhos defende a tese de que ela foi derivada de um rio com essa mesma denominação, e que era passagem obrigatória dos caminhantes na época do desen-volvimento.

RIO GRANDE DO NORTE - Recebeu esse nome por conta do tamanho do rio Potengi. Em carta datada de 11 de março de 1535, D. João III, rei de Portugal, doou a João de Barros um quinhão de terra que tomou o nome de Capitania do Rio Grande, denominação que permaneceu sendo usada até meados do século 18, quando por haver outra capitania com o mesmo nome, na região sul do país, se tornou necessário diferenciá-las com a complementação Norte ou Sul, de acordo com a localização geográfica de cada uma delas.

SERGIPE - O nome Sergipe origina-se do tupi si’ri-i-pe que quer dizer "no rio dos siris", denominação primitiva do rio junto à barra da capitania,. tendo sido mais tar-de adotado Cirizipe ou Cerigipe, que quer dizer "ferrão de siri", nome de um dos cinco caciques que se opuseram ao domínio português. O nome do estado, antigamente, era Seregipe del Rei.


Este texto também foi publicado em www.efecade.com.br, que o autor está construindo. Visite-o e deixe a sua opinião.


FERNANDO KITZINGER DANNEMANN

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE SAI DO PAPEL




04/08/09 - 16h19 - Atualizado em 04/08/09 - 17h14

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Cai liminar que paralisava licenciamento da hidrelétrica de Belo Monte

Ministério Público havia dito que estudos ambientais eram incompletos.
Para o governo, energia hidrelétrica traz menos prejuízos ao meio ambiente.

Da Agência Estado

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O governo federal derrubou hoje a liminar obtida pelo Ministério Público Federal do Pará (MPF-PA) que impedia o licenciamento ambiental do projeto da hidrelétrica Belo Monte, localizada no Rio Xingu (PA) e que prevê potência instalada de 11 mil megawatts (MW). Com isso, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pode retomar a contagem dos dias de publicação dos estudos ambientais do projeto visando as audiências públicas. Quando a liminar foi concedida pela Justiça Federal de Altamira (PA) no início de junho deste ano, 12 dias já tinham sido transcorridos de um total de 45 dias estabelecidos na legislação ambiental.

Para derrubar a liminar, a União argumentou, entre outros pontos, que o atraso no projeto de Belo Monte trará graves prejuízos ao País e ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Além disso, provocará a substituição de uma fonte hídrica (mais barata e limpa) por térmicas, que são mais caras, poluentes e dependem de combustíveis importados. Como exemplo, o governo federal citou a dependência do gás natural boliviano na geração térmica.

Com base nesses argumentos, o desembargador-presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), Jirair Meguerian, aceitou o pedido de suspensão de liminar ingressado pela União. O juiz assinalou na decisão que a paralisação do processo de audiências públicas impede que o Ibama, a partir das contribuições obtidas no debate público, realize ajustes no projeto. Além disso, Meguerian avaliou que o MPF-PA invade a esfera da administração pública ao restringir o andamento das audiências, argumentando que cabe apenas ao órgão ambiental federal definir o melhor momento para que o processo de discussão com a sociedade.

Apesar de atender o pleito da União, o presidente do TRF não entrou no mérito da ação civil pública movida pelo MPF-PA. Para o ministério, o Estudo e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) de Belo Monte não atenderam a todos os requisitos do termo de referência para os estudos da hidrelétrica, firmado entre o Ibama e as empresas Eletrobrás, Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa. Essa posição foi baseada em relatório de técnicos do órgão ambiental, que avaliaram que os estudos ambientais da hidrelétrica estavam incompletos.

A liminar obtida pelo MPF-PA paralisou por dois meses o processo de licenciamento ambiental de Belo Monte. A ideia inicial do governo federal era licitar o projeto ao final de setembro deste ano. Mas diante desse impasse, o Ministério de Minas e Energia (MME) já passou a trabalhar com a data de final de outubro. Além da União, os outros autores do pedido de suspensão da liminar são a Eletrobrás, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Ibama, a Odebrecht, a Eletronorte, a Camargo Corrêa e a Andrade Gutierrez.

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