sábado, 25 de dezembro de 2010

FELIZ ANO NOVO PAZ, SAUDE,FELICIDADES

OBRIGADO A TODOS  PELAS ORAÇÕES.

Saiba como escolher uma boa faculdade!

Foto: Dreamstime
Foto: Graduada

Um em cada seis universitários frequenta curso de baixa qualidade


Com a queda das mensalidades e o financiamento estudantil, nunca foi tão fácil fazer faculdade. Mas atenção: um em cada seis universitários frequenta curso de baixa qualidade. Isso significa que 680 mil pessoas estão em faculdades que tiveram notas baixas em exames de avaliação, não têm professores com formação adequada e não contam com uma boa infraestrutura.

Para saber se seu curso é fria, entre no site do Ministério da Educação (MEC) e siga nossas orientações abaixo.
Para ler, clique nos itens abaixo:
Como checar se a faculdade é boa!
1. Em http://emec.mec.gov.br, escolha "consulta textual", escreva o nome da instituição e clique no botão "consultar". 2. Na parte inferior da página, aparecerá o nome da faculdade e um número de IGC, que vai de 1 a 5. Esse número mostra a média de todos os cursos da instituição: se for 1 ou 2, o curso é ruim. 3. Ao clicar no nome da instituição, você irá para uma nova página. Vá para "relação de cursos" e escolha um deles na lista. Dois indicadores irão aparecer na tela: o Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), que mede o quanto os alunos aprenderam, e o CPC (Conceito Parcial do Curso) que também considera a infraestrutura e a formação dos professores. As duas notas vão de 1 (pior) a 5 (melhor).              PERGUNTAS PRINCIPAIS                                                                                                                                                           Se o curso não aparece no sistema, ele não é autorizado? Confira qual é o nome oficial do curso. Se, mesmo assim, não encontrá-lo, ele pode estar em análise para receber autorização. O curso escolhido não tem indicadores. O que isso quer dizer? Que o curso ainda não foi avaliado pelo MEC. Neste caso, conte apenas com o número do IGC (Índice Geral de Cursos). O IGC Contínuo é mais detalhado - quanto mais perto o número estiver de 400, melhor. O IGC Faixa resume a nota em ruim (até 2), adequada (3) e boa (4 ou 5). O aluno pode ficar sem diploma se o curso tiver nota baixa? Não. Mesmo que o curso precise ser encerrado, os alunos atuais poderão concluir a formação e pegar seu diploma normalmente. Faculdades ou universidades mal avaliadas também têm o direito de participar do Programa Universidade para Todos (Prouni)? Sim. Como as instituições de ensino superior têm um prazo para se adequar às exigências do MEC, podem oferecer bolsas enquanto o processo aguarda tramitação no ministério

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

FELICIDADE COMPARTILHADA COM MEUS ALUNOS- PREMIO MELHOR BLOG EDUCATIVO

Autor do Blog tendo ao fundo o Xingu
A nossa felicidade é muito grande por ter nosso blog  sido  escolhido  como o melhor,  pelo NTE núcleo de Altamira. Mais vale lembrar que  isso só foi possível graças a você que no dia a dia acessa e participa alem de nos da força e encorajar para prosseguir, esse premio divido com cada um dos meus alunos e só posso dizer muito obrigado.Jota Marcelino.

CENSO IBGE 2010 PARA O ESTADO DO PARÁ - DADOS ATUALIZADOS


População em 2010 População em 2000
Abaetetuba 139.749 119.152
Abel Figueiredo 6.752 5.957
Acará 53.435 52.126
Afuá 34.707 29.505
Água Azul do Norte 24.980 22.084
Alenquer 51.326 41.784
Almeirim 33.301 33.957
Altamira 94.624 77.439
Anajás 24.332 18.322
Ananindeua 456.316 393.569
Anapu 20.242 9.407
Augusto Corrêa 40.469 33.011
Aurora do Pará 26.427 19.728
Aveiro 15.261 15.518
Bagre 23.820 13.708
Baião 36.574 21.119
Bannach 3.409 3.780
Barcarena 94.641 63.268
Belém 1.351.618 1.280.614
Belterra 16.313 14.594
Benevides 51.104 35.546
Bom Jesus do Tocantins 15.184 13.106
Bonito 13.630 9.814
Bragança 112.285 93.779
Brasil Novo 15.401 17.193
Brejo Grande do Araguaia 7.300 7.464
Breu Branco 52.422 32.446
Breves 92.283 80.158
Bujaru 25.700 21.032
Cachoeira do Arari 20.311 15.783
Cachoeira do Piriá 26.333 15.437
Cametá 120.897 97.624
Canaã dos Carajás 26.188 10.922
Capanema 62.454 57.119
Capitão Poço 50.774 49.769
Castanhal 168.559 134.496
Chaves 18.242 17.350
Colares 11.368 10.632
Conceição do Araguaia 44.983 43.386
Concórdia do Pará 28.208 20.956
Cumaru do Norte 10.391 5.978
Curionópolis 18.212 19.486
Curralinho 28.343 20.016
Curuá 12.183 9.224
Curuçá 33.358 26.160
Dom Eliseu 51.138 39.529
Eldorado dos Carajás 31.432 29.608
Faro 7.858 10.037
Floresta do Araguaia 17.002 14.284
Garrafão do Norte 24.902 24.221
Goianésia do Pará 30.437 22.685
Gurupá 29.017 23.098
Igarapé-Açu 35.677 32.400
Igarapé-Miri 57.640 52.604
Inhangapi 9.331 7.681
Ipixuna do Pará 51.453 25.138
Irituia 31.151 30.518
Itaituba 95.210 94.750
Itupiranga 50.779 49.655
Jacareacanga 13.597 24.024
Jacundá 50.441 40.546
Juruti 46.560 31.198
Limoeiro do Ajuru 25.005 19.564
Mãe do Rio 27.735 25.351
Magalhães Barata 8.115 7.693
Marabá 224.014 168.020
Maracanã 28.291 27.571
Marapanim 26.418 24.718
Marituba 108.223 74.429
Medicilândia 26.441 21.379
Melgaço 24.526 21.064
Mocajuba 26.686 20.542
Moju 68.070 52.941
Monte Alegre 54.238 61.334
Muaná 33.979 25.467
Nova Esperança do Piriá 20.124 18.893
Nova Ipixuna 14.605 11.866
Nova Timboteua 13.644 11.406
Novo Progresso 24.820 24.948
Novo Repartimento 58.553 41.817
Óbidos 47.938 46.490
Oeiras do Pará 28.595 23.255
Oriximiná 61.125 48.332
Ourém 16.188 14.397
Ourilândia do Norte 27.511 19.471
Pacajá 38.895 28.888
Palestina do Pará 7.411 7.544
Paragominas 97.459 76.450
Parauapebas 149.411 71.568
Pau D'Arco 6.027 7.124
Peixe-Boi 7.800 7.760
Piçarra 12.703 12.671
Placas 23.806 13.394
Ponta de Pedras 25.838 18.694
Portel 52.121 38.043
Porto de Moz 33.926 23.545
Prainha 28.950 27.301
Primavera 10.221 9.718
Quatipuru 12.402 10.905
Redenção 72.908 63.251
Rio Maria 17.590 17.498
Rondon do Pará 46.944 39.870
Rurópolis 40.014 24.660
Salinópolis 37.367 33.449
Salvaterra 20.027 15.118
Santa Bárbara do Pará 17.031 11.378
Santa Cruz do Arari 8.115 5.255
Santa Isabel do Pará 59.386 43.227
Santa Luzia do Pará 19.403 19.400
Santa Maria das Barreiras 17.162 10.955
Santa Maria do Pará 23.031 20.850
Santana do Araguaia 53.871 31.218
Santarém 291.122 262.538
Santarém Novo 6.131 5.434
Santo Antônio do Tauá 26.538 19.835
São Caetano de Odivelas 16.836 15.595
São Domingos do Araguaia 22.983 20.005
São Domingos do Capim 29.802 27.405
São Félix do Xingu 90.908 34.621
São Francisco do Pará 15.018 14.245
São Geraldo do Araguaia 25.306 27.646
São João da Ponta 5.265 4.035
São João de Pirabas 20.596 17.484
São João do Araguaia 12.232 12.247
São Miguel do Guamá 51.428 41.366
São Sebastião da Boa Vista 22.758 17.664
Sapucaia 5.047 3.796
Senador José Porfírio 12.743 15.721
Soure 22.849 19.958
Tailândia 79.282 38.435
Terra Alta 10.243 8.261
Terra Santa 15.057 14.592
Tomé-Açu 55.538 47.273
Tracuateua 27.442 22.743
Trairão 15.985 14.042
Tucumã 33.084 25.309
Tucuruí 96.343 73.798
Ulianópolis 43.345 19.254
Uruará 51.167 45.201
Vigia 47.845 40.176
Viseu 56.030 51.090
Vitória do Xingu 11.726 11.142
Xinguara 40.558 35.220
Total: Pará 7.443.904 6.192.307
Total: Região Norte 15.484.929 12.900.704



FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA
RESOLUÇÃO No- 6, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2010

O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE, no uso de suas atribuições, e em cumprimento ao que determina o Art. 102 da Lei N° 8.443, de 16 de julho de 1992, resolve: Art. 1º Divulgar, nesta data, a relação das populações dos 26 Estados e dos 5.565 municípios brasileiros, incluindo o do Distrito Federal, constantes da lista anexa, para os fins previstos no inciso VI do Art. 1º da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992. Art. 2º Os dados constantes da lista anexa são provenientes do Censo Demográfico 2010, com data de referência em 1º de agosto de 2010, e representam a população recenseada até 31 de outubro de 2010, tendo sido visitados 67.275.459 domicílios no território nacional. Art. 3º Fica mantido o prazo de 20 (vinte) dias, de 05 a 24 de novembro de 2010, para os interessados apresentarem reclamações fundamentadas ao IBGE, que decidirá conclusivamente, conforme previsto no artigo 102 da Lei N° 8.443, de 16 de julho de 1992. Art. 4º Os resultados da lista anexa foram apresentados às respectivas Comissões Municipais de Geografia e Estatística (CMGE), de cada município. Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
SÉRGIO DAS COSTA CÔRTES
Em exercício

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

IBGE MOSTRA DISPARIDADES NO BRASIL

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta segunda-feira, os primeiros dados do Censo 2010. Ao longo dessa semana vou trazer algumas listas interessantes sobre o assunto e para começar confira os dez estados onde têm mais homens e mulheres:
Mulheres:
1º. Santos - SP: 54,25%
2º. Recife - PE: 53,87%
3º. São Caetano do Sul - SP: 53,85%
4º. Olinda – PE: 53,76%
5º. Niterói – RJ: 53,69%
6º. Porto Alegre – RS: 53,61%
7º. Aracaju – SE: 53,53%
8º. Águas de São Pedro – SP: 53,50%
9º. Salvador – BA: 53,33%
10º. João Pessoa – PB: 53,32%
Homens:
1º. Balbinos - SP: 82,20%
2º. Pracinha
– SP: 72,83%
3º. Lavínia – SP: 70,46%
4º. Iaras – SP: 65,81%
5º. Reginópolis – SP: 63,93%
6º. Álvaro de Carvalho – SP: 63,63%
7º. São Pedro de Alcântara – SC: 63,57%
8º. Marabá Paulista – SP: 63,34%
9º. Guareí – SP: 61,29%
10º. Serra Azul - SP: 61,04%
Fonte: IBGE

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Minha saúde minha vida

  • Estive por um tempo fora de órbita devido a problemas de saúde, durante toda minha vida dei mais valor ao trabalho que as outras coisas mais simples como familia, amigos após o enfarto em minha vida me fez ver o dia a dia por outro prisma sei que jamais serei o mesmo do passado talvez serei um pouco melhor pois é isso que buscarei viver com qualidade de vida,pois o que aconteceu comigo foi muito sério agradeço a Deus por vivo eu está.Quero agradecer aos amigos pela preucupação e carinho para comigo com ajuda das orações de todos sei que vencerei.Obrigado jota Marcelino Belem /novembro /2010

terça-feira, 31 de agosto de 2010

AMAZÔNIA : PARA OS 3º ANOS - COMENTE

Pará é um dos estados mais atingidos por incêndios, diz Inpe

30 de agosto de 2010

G1


BELÉM - Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que o estado do Pará é um dos estados mais atingidos pelos incêndios florestais em todo o País. Segundo o órgão, a temporada de queimadas, que começou em junho, deve seguir até novembro.

O sudeste do estado é a região mais afetada pelas queimadas no Pará, que destroem rebanhos e lavouras, além de regiões de serra e áreas de preservação. Em São Félix do Xingu é uma das cidades onde a situação é mais crítica. No município, os focos de incêndio formam uma cortina de fumaça sobre a floresta.

Multas

Segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, 79 fazendeiros foram multados por queimadas irregulares desde julho no Pará.

O Corpo de Bombeiros do Pará afirma que 250 homens atuam no sudeste do estado para combater as chamas, com a ajuda de equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Segundo o Ibama, além do Pará, os estados em que a situação é mais grave, atualmente, são Tocantins, Mato Grosso e Rondônia.

- O grande problema são as queimadas para a agricultura, para consolidar e implantar a pecuária, renovar pastos. Essa tecnologia rudimentar, com a baixa umidade relativa do ar, causa muitos transtornos e não dá para pensar em queimar -, diz Luciano Meneses Evaristo, diretor de proteção ambiental do Ibama.

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O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL: PARA OS 2ºANOS COMENTE O TEXTO

Desenvolvimento Industrial

O desenvolvimento industrial brasileiro tem sido significativo nas duas últimas décadas. Entre 1947 e 1960, no auge do processo de substituição de importações, foi alcançada notável taxa de expansão do setor industrial. Após 1960, entretanto, diminuiu o ritmo da expansão industrial, tendo em vista o fato de que a infra-estrutura econômica existente não mais sustentava a mesma alta taxa de crescimento.

De 1964 em diante, as autoridades federais adotaram um programa abrangente para superar esses obstáculos e proporcionar uma situação econômica voltada à expansão e à renovação do setor industrial, público e privado. Nos últimos 25 anos, o Brasil obteve sucesso na diversificação e expansão da produção de bens manufaturados e de consumo durável. Além disso, estabeleceu indústrias tecnologicamente sofisticadas, especialmente no campo das telecomunicações, processamento eletrônico de dados, biotecnologia e novos materiais. Quatro setores-chave, como o do aço, o automotivo, o petroquímico e o de serviços públicos, tiveram papel decisivo não só no desenvolvimento do setor industrial, mas também na expansão da economia como um todo.

Desenvolvimento Energético Brasileiro

Petróleo e Petroquímica

Até 1953, a produção de petróleo bruto no Brasil era de cerca de 2.000 barris por dia e a capacidade interna de refino não superava o dobro desse total, tornando o País muito dependente de importações. Naquele ano, após longos e difíceis debates, o Congresso Nacional votou a criação da companhia estatal de petróleo - Petrobras. Por ter direitos exclusivos para exploração e produção de petróleo, a Petrobras rapidamente iniciou a identificação de reservas de óleo comercialmente viáveis, como empreendimentos auto-sustentáveis de larga escala, tendo sido permitido às empresas privadas participações no refino e na distribuição. No início de 1990, impulsionado pela primeira crise mundial de petróleo na década de 70, o Brasil havia triplicado sua produção de petróleo, alcançando, em julho de 1994, a produção de 690 mil barris/dia, tornando-se, também, auto-suficiente no que se refere ao refino. Em 1995, essa produção chegou a 713 mil barris/dia, em 1996 foi de 806 mil barris/dia, tendo sido de 866 mil barris/dia no ano de 1997. A previsão para dezembro de 1998 é de que seja alcançada a produção recorde de 1,2 milhão de barris/dia de petróleo no País. Geração de Energia

A hidroeletricidade, a lenha e os produtos da cana-de-açúcar contribuem para uma alta participação das fontes renováveis na Matriz Energética Brasileira, correspondendo 58% da Oferta Interna de Energia-OIE. A fonte precípua de energia elétrica é a hidroeletricidade, tendo em vista que o País possui rios de grande volume e, por outro lado, reservas de petróleo e carvão relativamente pequenas.

Dotado de potencial hidroelétrico estimado em cerca de 260 milhões de kilowatts, o Brasil tem investido maciçamente no planejamento e na construção de barragens, para atender à demanda de energia de uma economia em rápido crescimento. A primeira usina hidrelétrica começou a operar no País no início de 1889, com geração de 250 kilowatts, o que representava metade de toda a termoeletricidade gerada na época. Em 1996, a proporção tornou-se bem diferente: 92% de toda energia elétrica gerada era hidrelétrica, e o restante era térmica e geotérmica. Em 1997, 54.970 milhões de kilowatts originaram-se de usinas hidroelétricas, enquanto 4.790 milhões foram gerados em fontes térmicas.

Em 1962, a capacidade de produção energética instalada no Brasil era de 5,8 milhões de kilowatts. Essa capacidade aumentou para 6,8 milhões de kilowatts em 1964, 17,6 milhões em 1974, 37,3 milhões de kilowatts em 1985 (quando apenas 8 turbinas operavam em tempo integral no complexo da hidrelétrica de Itaipu) e 63 milhões de kilowatts em 1997. Em dezembro de 1998, o setor elétrico dispunha de aproximadamente 65 milhões de kilowatts em operação. A capacidade instalada de geração de energia elétrica mais que quintuplicou entre 1970 e 1997.Setor Industrial

Indústria Automotiva

Os renovados dinamismo e modernização da indústria automotiva brasileira são em grande parte atribuídos à liberalização comercial que teve início em 1990, à apresentação de modelos de economia em 1993 e ao lançamento do Plano Real em julho de 1994. Entre 1990 e 1997, o Brasil passou de décimo a oitavo produtor mundial de veículos motores. Entre 1994 e 1997, a produção de automóveis cresceu de 1,4 milhão a 2 milhões de unidades. Em 1997, a indústria nacional de automóveis auferiu quase 5 bilhões de dólares de exportações; os veículos motores foram responsáveis por cerca de 10% do valor total de exportações brasileiras no ano. Em 1997, aproximadamente 64% dos veículos exportados o foram para os membros do Mercosul, sendo a Argentina o maior recipiente, com participação de 75% das exportações dirigidas ao mencionado mercado comum. As importações de veículos montaram a mais de 303.000 unidades, das quais 85% foram importadas por fabricantes e 15% por comerciantes. Em 1998, as exportações totalizaram mais de 5 bilhões de dólares, e as importações, perto de 5,4 bilhões de dólares.

Indústria Aeronáutica

Em 1899, quatro anos antes de Willbur e Orville Wright voarem em um aparelho mais pesado que o ar, em Kitty Hawk, Carolina do Norte, Alberto Santos Dumont, um brasileiro, pilotou um dirigível que decolou da pista do Aero Clube da França, circulou a Torre Eiffel e retornou para sua base em 29,5 minutos. Foi um percurso de 11 km. Em 1906, diante de várias testemunhas e grande multidão em Paris, Santos Dumont foi agraciado com a Taça "Prêmio Archdeacon", ao voar em um aparelho motorizado, mais pesado que o ar, por cerca de 250 metros.

TRABALHO PARA OS 1º ANOS: COMENTE O TEXTO

ÉTICA E POLÍTICA
Manfredo Araújo *
A questão das relações entre ética e política se transformou na questão número um do debate nacional a partir das denúncias de corrupção no ano passado. Este debate tem certamente méritos e é de fundamental importância para a vida nacional, mas é marcado por uma visão muito unilateral do fenômeno político. Ele dá a entender que tudo seria maravilhoso se nossos governantes possuíssem um conjunto de virtudes que atestassem seu bom caráter do qual dependeriam a paz e a ordem social. Perde-se assim uma das intuições fundamentais do pensamento político ocidental desde seus primórdios: o que é decisivo para a ética na política não são simplesmente as virtudes privadas dos governantes, mas o ordenamento institucional, porque é dele que depende se os cidadãos têm acesso ou não a seus direitos universais.
Por esta razão, a questão da corrupção não pode ser reduzida a um problema específico da esfera individual. Desde os gregos, que inauguraram o pensamento político ocidental, falar de ética na política não significava apenas uma consideração crítica frente às ações privadas dos cidadãos, mas sobretudo da configuração das relações sociais segundo princípios de justiça. A partir desta ótica falar de ética na política significa hoje para nós compreender que é tarefa do Estado garantir a participação popular na gestão da coisa pública através da criação de mecanismos permanentes de participação direta da população e da constituição de comitês populares para acompanhar e fiscalizar as atividades e as obras do Estado. Só assim será possível assegurar e ampliar os direitos sociais e enfrentar a questão básica que nos marca secularmente, a questão da desigualdade e da exclusão social. Isso implicaria uma reversão das prioridades no que diz respeito às políticas públicas, passando para o primeiro plano as que visam assegurar oportunidades de emprego e salário justo e os meios necessários para uma vida digna entre as quais em nossa situação específica se vão situar o acesso à terra e ao solo urbano como também moradia e saneamento para todos. Nesta perspectiva se revela como intrinsecamente corrupta uma política macroeconômica que transfere para os banqueiros a riqueza produzida por toda a nação e que impede a universalização do acesso a estes meios.
Claro que neste contexto é muito importante ter presente de que a corrupção individual e social não começou no atual governo, mas lamentavelmente se transformou num elemento estrutural do exercício do poder e da cultura política que nos marca. Por isto, não espanta e nem causa indignação a muitos o fato de que nossos partidos políticos não tenham defendido no parlamento de modo consistente as reformas e as políticas públicas que tornariam o país menos vulnerável seja à corrupção individual seja à continuidade de uma configuração iníqua da vida coletiva, porque marcada por um conjunto de instituições que sustentam as diferentes formas de exploração e de degradação da vida humana. Para além das virtudes pessoais dos governantes, o que realmente pode garantir a ética na política é a existência de instituições sólidas e de mecanismos de administração transparente, que sejam capazes de garantir os direitos universais do cidadão assim também como a existência de meios de comunicação livres, independentes, e de organismos de controle social que acompanhem o exercício do governo. O grande desafio do momento é que, sejamos capazes de ir além de uma crítica moralizante à corrupção pessoal, que facilmente é acompanhada de enorme hipocrisia, e nos empenhemos com seriedade numa crítica cívica às instituições e às políticas públicas.
*Filósofo, professor da Universidade Federal do Ceará/UFC

terça-feira, 17 de agosto de 2010

BELO MONTE VERDADES E MITOS

Um olhar mais apurado sobre Altamira, cidade do sudeste paraense com população estimada em 100 mil habitantes, é capaz de revelar detalhes importantes sobre o município que mais será afetado, econômica e socialmente, pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Um deles em especial, no entanto, direciona para o caminho da preocupação. O município, definitivamente, não está preparado para receber o exército de 100 mil novos moradores que devem se instalar na região, nos próximos dez anos.
A estimativa do excedente populacional em Altamira a partir de Belo Monte está prevista nos estudos de impactos ambientais realizados sobre o projeto. Mesmo para quem já mora na cidade, o acesso a serviços básicos como água potável, saneamento e pavimentação ainda são escassos. Em tempos de chuva, como atualmente, o município padece com ruas alagadas e sujas pela piçarra que beira o asfalto das principais vias. "Lavo o carro todo dia, depois do expediente. Se não for assim, fica difícil arrumar passageiro. Ninguém gosta de andar em carro sujo, não é?", diz o taxista Marcelo Trumier, no caminho entre o aeroporto de Altamira e o hotel.
A rede hoteleira da cidade também precisa ser melhorada. Os poucos leitos disponibilizados pelo setor no município precisam ser triplicados nos próximos cinco anos. Os que já existem também precisam ser melhorados. "A impressão é de que a cidade ainda não tem noção do que realmente está por vir. Muita gente ainda não entendeu o que vai significar a construção da usina (de Belo Monte) em Altamira", comenta Ana Paula Souza, coordenadora-geral da Fundação Viver, Produzir e Preservar.
Altamira não tem um único edifício residencial. O maior prédio da cidade tem apenas três andares. O crescimento vertical do município, apontado por alguns como a saída para acomodar parte do excedente populacional que será trazido pela futura usina, também se tornará inviável caso a infraestrutura necessária para acomodar e transportar essas pessoas não seja montada com antecedência.
Transporte também é algo que será difícil de melhorar na cidade. Somente as três principais ruas do município têm capacidade para suportar o tráfego de coletivos. As demais vias, além de estreitas, têm suas margens constantemente ocupadas por pedestres, já que, a exemplo de muitos bairros da capital, o direito de andar pelas calçadas foi suprimido por conta de construções irregulares feitas pelos moradores.
Investimentos
Uma das saídas para que Belo Monte leve desenvolvimento a Altamira e região é apontada pelo presidente do Consórcio Belo Monte e prefeito do município de Anapu, Francisco de Assis Souza. É dele a articulação para que todo o investimento destinado à acomodação daqueles que chegarão ao sul e sudeste paraense seja feito nas cidades, e não na construção de vilas permanentes, como as construídas em Tucuruí e Barcarena, por exemplo, na ocasião em que grandes projetos foram instalados naquelas cidades.
"Todos irão ganhar caso a infraestrutura de transporte, urbanismo e saneamento seja construída na própria cidade. Ganham os que irão se instalar aqui. Ganham, principalmente, as pessoas que já estão aqui há dezenas de anos. Será muito injusto que Belo Monte chegue e todos esses antigos moradores continuem vivendo as mesmas mazelas de antes", diz Chiquinho do PT, como também é conhecido o prefeito de Anapu.
O Consórcio Belo Monte foi criado para mediar o diálogo entre o governo federal e os onze municípios que serão afetados pela construção da usina. O órgão é formado pelos municípios de Altamira, Anapu, Medicilândia, Brasil Novo, Vitória do Xingu, Pacajá, Senador José Porfírio, Placas, Uruará, Porto de Moz e Gurupá. Durante 20 anos, essas prefeituras receberão investimentos em saúde, infraestrutura urbana, capacitação profissional, educação, transporte e saneamento como compensações aos efeitos negativos gerados pela obra

segunda-feira, 12 de julho de 2010

FÉRIAS E NOTÍCIAS DE BELO MONTE

Belo Monte: Aneel espera documentação de consórcio
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Documentação formaliza a associação das empresas envolvidas na operação

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) espera receber amanhã (13) a documentação do consórcio Norte Energia, vencedor do leilão para construção da Usina de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará. Com isso, formaliza-se a associação das empresas envolvidas na operação.

Para isso, será constituída uma sociedade de propósito específico (SPE), que ficará responsável pela construção e operação da hidrelétrica, com pelo menos 17 empresas, informou o diretor da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), uma das estatais que participam do projeto.

De acordo com José Ailton, esse número poderá chegar a 18, mas a entrada de mais uma empresa não está confirmada. Segundo ele, já foram definidos os percentuais de participação de cada sócio no empreendimento: União, 49,98%; fundos de pensão, 27,5%; autoprodutores (de energia elétrica), 10%, e construtores, 12,5%.

José Ailton esteve participou hoje da assinatura de contratos para construção de linhas de transmissão de energia em oito estados, no Ministério de Minas e Energia. Ele falou falou sobre o andamento da constituição da SPE de Belo Monte. O prazo para entrega da documentação à Aneel termina na próxima sexta-feira (16), e o diretor-geral da agência, Nélson Hubner, confirmou que a solução do assunto está prevista para amanhã.



(Agência Brasil)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ATIVIDADE FINAL DE SOCIOLOGIA


FAÇA UMA PESQUISA NA INTERNET E ESCOLHA UM TEXTO QUE NÃO SEJA DEMASIADO EXTENSO E QUE TENHA SIGNIFICADO MORAL POSITIVO E ÉTICO DÊ O CRÉDITO AO AUTOR COLOQUE SEU NOME E TURMA E BOA POSTAGEM.J.MARCELINO

terça-feira, 15 de junho de 2010

ATIVIDADE FINAL DO 2º BIMESTRE PARA 2º ANOS



| Geografia
Conflitos mundiais recentes



Bolívia
A Bolívia é um dos países mais politicamente instáveis da América Latina, tendo enfrentado, até hoje, 193 golpes de Estado.

Desde o início de seu mandato, o governo do presidente Juan Evo Morales Ayma (do partido Movimento ao Socialismo) impôs grandes perdas aos departamentos (estados) mais ricos do país, principalmente ao promulgar uma lei que federalizou a receita advinda da exploração das reservas de gás.

Em 2008, em um processo de crescente tensão política, os departamentos de Santa Cruz, Tarija, Beni e Pando (que, juntos, possuem mais de 80% das reservas de gás do país) passaram a exigir maior autonomia em relação ao governo federal, defendendo mudanças na distribuição dos impostos e na escolha de seus governadores.

A crise se intensificou em consequência de três fatores: (a) interferência do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em favor de Evo Morales; (b) acusações do governo boliviano contra os EUA, alegando que os separatistas recebiam apoio da diplomacia norte-americana (o embaixador norte-americano chegou a ser expulso do país); e (c) realização de referendos (sem apoio legal), nos departamentos citados acima, com o objetivo de aprovar constituições autonomistas.

Depois de embates violentos em algumas províncias - o país esteve à beira de uma guerra civil -, opositores e governo concordaram em iniciar conversações, graças, em grande parte, à interferência da diplomacia brasileira.

A tentativa de intermediação brasileira se deveu, principalmente, a três questões: (a) evitar um clima de instabilidade que causaria reflexos na fronteira da Bolívia com os estados do Acre e de Rondônia, inclusive com a entrada de refugiados bolivianos no Brasil; (b) há quase 15 mil cidadãos brasileiros vivendo em solo boliviano; e (c) impedir que o clima de violência comprometesse o fornecimento de gás ao Brasil.

Uma nova Constituição foi aprovada na Bolívia, mas o país segue com graves divisões internas.

Colômbia, Equador e Venezuela
Em 1º de março de 2008, tropas da Colômbia atacaram um acampamento do movimento guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em uma região de fronteira, mas dentro do território do Equador. Durante o ataque, mataram um dos principais líderes das FARC, Raúl Reyes, e mais 16 guerrilheiros.

Em um primeiro momento, o presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou estar informado do ataque. Logo depois, contudo, declarou que o exército colombiano havia entrado no Equador sem sua autorização, rompeu relações diplomáticas com a Colômbia e enviou mais de 3 mil soldados à fronteira.

A mudança de comportamento de Correa aparentemente ocorreu sob influência do presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Este já se encontrava em crise com o governo colombiano, desde que havia sido afastado das negociações que a Colômbia mantinha com as FARC, com o intuito de firmar um acordo humanitário para libertação dos reféns mantidos há anos pelos guerrilheiros. Ao ser informado da morte dos guerrilheiros, Chávez proferiu severas críticas ao presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, e mobilizou dez batalhões do exército na fronteira com esse país.

A crise se acirrou no dia 4 de março, quando a Colômbia anunciou ter descoberto, nos computadores dos guerrilheiros mortos, provas de que o Equador e a Venezuela mantêm vínculos estreitos com as FARC. Segundo o diretor da Polícia da Colômbia, Óscar Naranjo, os documentos provariam: (a) que a Venezuela, além de fornecer armas às FARC, já contribuíra com cerca de 300 milhões de dólares para ajudar os guerrilheiros; e (b) que o ministro da Segurança Interna e Externa do Equador, Gustavo Larrea, havia demonstrado interesse em oficializar as relações com as FARC.

Em meio a um clima de acusações e de iminência de guerra entre os países, Álvaro Uribe declarou que não enviaria tropas às fronteiras do Equador e da Venezuela, mas que apresentaria as provas encontradas à Organização dos Estados Americanos (OEA) e à ONU, reiterando que os documentos encontrados com os guerrilheiros "violam a normalidade internacional na sua proibição aos países de proteger terroristas".

Em julho de 2009, o Exército colombiano apreendeu uma série de lança-foguetes produzidos na Suécia em um dos acampamentos das FARC. Consultada, a Suécia confirmou que os números de série das armas correspondem a um lote vendido pela empresa Saab Bofors Dynamics ao Exército da Venezuela. O fato, que fere todos os acordos internacionais, provocou uma nova crise entre os países.

Rússia e Geórgia
A guerra entre a Rússia e a Geórgia, em agosto de 2008, ocorreu em função do projeto separatista da Ossétia do Sul e da Abkházia, mas está relacionada a problemas que datam da dissolução da União Soviética.

Antes do colapso do regime socialista, a região da Ossétia do Sul havia declarado autonomia em relação à República Socialista Soviética da Geórgia, aproximando-se da Rússia, que dominava a União Soviética. Com a dissolução da URSS, em 1991, a Geórgia tornou-se uma república independente. A Ossétia do Sul procurou seguir pelo mesmo caminho, proclamando sua independência em relação à Geórgia.

Disso resultou uma guerra entre a Geórgia e a Ossétia do Sul que se estendeu até 1992. A Rússia intermediou a paz entre as duas. A atuação russa, porém, estava condicionada por seus próprios interesses: transformar em área de influência russa tanto a Ossétia do Sul quanto a própria Geórgia.

A Geórgia, contudo, caminhava no sentido contrário às ambições russas, particularmente a partir de 2004, com a eleição do presidente Mikhail Saakashvili, que tentou levar o país à Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), além de se aproximar dos Estados Unidos, de modo a escapar ao poderio russo.

Em 2008, a Ossétia do Sul retomou suas pretensões separatistas. Ao mesmo tempo, a tentativa georgiana de entrar para a Otan fez com que a Rússia apoiasse a independência da Ossétia do Sul.

A reação da Geórgia foi atacar a Ossétia com artilharia e foguetes. A Rússia, então, entrou na guerra. O conflito entre os países durou alguns dias, até que os russos aceitaram o cessar-fogo negociado pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy. O clima de tensão, contudo, permanece.

Israel e a faixa de Gaza
Na passagem de 2008 para 2009 as Forças de Defesa de Israel iniciaram uma ofensiva contra a faixa de Gaza, território palestino dominado pelo grupo radical islâmico Hamas. O objetivo da operação era eliminar a capacidade do Hamas de atacar as cidades israelenses próximas à fronteira.

Os bombardeios começaram oito dias depois do fim de uma trégua de seis meses mediada pelo Egito, que não foi renovada em meio a acusações mútuas de desrespeito aos termos do acordo. Na verdade, nenhum dos dois lados cumpriu o acordo: foguetes continuaram a ser lançados de Gaza, atacando cidades de Israel - e Israel não liberou o fluxo de mercadorias para a região, sob bloqueio econômico e físico israelense desde meados de 2007.

Na verdade, o cenário foi agravado quando o Hamas derrotou o Fatah - partido do líder Yasser Arafat, morto em 2004 - nas eleições palestinas em 2006. Diferente do rival, o Hamas não reconhece o Estado de Israel e não aceita os acordos já firmados do país com a ANP (Autoridade Nacional Palestina).

A ofensiva de Israel sobre a faixa de Gaza durou 22 dias, provocando centenas de mortes.

China e Tibete
O isolamento provocado pela altitude favoreceu o surgimento, no Tibete, de uma civilização característica: no século 7, o país se converteu num reino lamaísta, seita local do budismo, que definiria o caráter teocrático da estrutura política e econômica do Estado tibetano.

Depois de várias turbulências políticas, o Tibete foi um país independente de 1911 a 1950, quando foi anexado à China comunista. De lá para cá, manifestações do povo tibetano contra o domínio chinês se repetem esporadicamente. Em 1959 ocorreu um grande levante, violentamente reprimido.

Em agosto de 2008, o movimento nacionalista do Tibete voltou a protestar contra o domínio da China sobre a região. Os primeiros protestos surgiram logo após a prisão de monges tibetanos que organizaram uma passeata para marcar os 49 anos do grande levante contra o governo chinês. Em seguida, milhares de pessoas também foram às ruas, reivindicando a independência.

Segundo observadores internacionais, o governo chinês reprimiu violentamente as manifestações, provocando mais de 120 mortes.
Conflitos Mundiais hoje. Hoje,ano de 2007 nos deparamos com zonas de conflitos como por exemplo líbano, Jerusalém, Serra Leoa,Afeganistão,Libéria,Colômbia,Haiti não sei se outros e a ONU afirma que 20% das mulheres sofrem abusos sexuais em determinadas zonas .E quanto as crianças,os conflitos afetam à vida das crianças, não só com as conseqüências de ataques armados, causam também desnutrição, doenças, deslocamento das famílias e pobreza. Traumatismos físicos e outras coisas .No site www.comebackalive.com podemos encontrar uma lista de países em conflito. Há lugares em que o perigo de estupro é tão alta que as mulheres recomendam umas as outras para ficarem sempre feias e sujas como defesa. Uma zona de conflito que esta se formando é a fronteira entre o Iraque e a Turquia. O que toca a esses conflitos é a religião, nacionalidade mal resolvida,terras, limites e demarcações e principalmente a ignorância a serviço da ambição sem limites .Vocês podem estranhar que os Estados Unidos se achem na lista e que há em algumas cidades como New Orleans por exemplo muito perigo devido suas condições e situação. Eu iria mais longe e colocaria hoje o Rio de Janeiro também. Evidente que não a um conflito oficializado em certos lugares mas as noticias que recebemos são terríveis. Na medida que as forças militares das grandes potencias econômicas ficam mais sofisticadas e esses grandes países se unem para que se evite um conflito geral de grandes proporções e por isso ficam imunes a movimentos políticos como os de antigamente, cresce o conflito e o terrorismo local. Isso gera não uma grande guerra mas o aparecimento de múltiplas zonas de conflito e isto parece ser uma tendência a se ampliar se ninguém tiver competência para uma solução definitiva. COMANDO Atenção alunos leia o texto com atenção faça seu comentário em uma caixa de texto em seguida elabore 5 questões perguntas com respostas imprima e assine depois façam a postagem no blog.Boa sorte

Trabalho final para os 3º ano 2ºBimestre


Ser negro no Brasil hoje

Ética enviesada da sociedade branca desvia enfrentamento do problema negro

Milton Santos

http://www.ige.unicamp.br/~lmelgaco/santos.htm

Há uma frequente indagação sobre como é ser negro em outros lugares, forma de perguntar, também, se isso é diferente de ser negro no Brasil. As peripécias da vida levaram-nos a viver em quatro continentes, Europa, Américas, África e Ásia, seja como quase transeunte, isto é, conferencista, seja como orador, na qualidade de professor e pesquisador. Desse modo, tivemos a experiência de ser negro em diversos países e de constatar algumas das manifestações dos choques culturais correspondentes. Cada uma dessas vivências foi diferente de qualquer outra, e todas elas diversas da própria experiência brasileira. As realidades não são as mesmas. Aqui, o fato de que o trabalho do negro tenha sido, desde os inícios da história econômica, essencial à manutenção do bem-estar das classes dominantes deu-lhe um papel central na gestação e perpetuação de uma ética conservadora e desigualitária. Os interesses cristalizados produziram convicções escravocratas arraigadas e mantêm estereótipos que ultrapassam os limites do simbólico e têm incidência sobre os demais aspectos das relações sociais. Por isso, talvez ironicamente, a ascensão, por menor que seja, dos negros na escala social sempre deu lugar a expressões veladas ou ostensivas de ressentimentos (paradoxalmente contra as vítimas). Ao mesmo tempo, a opinião pública foi, por cinco séculos, treinada para desdenhar e, mesmo, não tolerar manifestações de inconformidade, vistas como um injustificável complexo de inferioridade, já que o Brasil, segundo a doutrina oficial, jamais acolhera nenhuma forma de discriminação ou preconceito.

500 anos de culpa

Agora, chega o ano 2000 e a necessidade de celebrar conjuntamente a construção unitária da nação. Então é ao menos preciso renovar o discurso nacional racialista. Moral da história: 500 anos de culpa, 1 ano de desculpa. Mas as desculpas vêm apenas de um ator histórico do jogo do poder, a Igreja Católica! O próprio presidente da República considera-se quitado porque nomeou um bravo general negro para a sua Casa Militar e uma notável mulher negra para a sua Casa Cultural. Ele se esqueceu de que falta nomear todos os negros para a grande Casa Brasileira. Por enquanto, para o ministro da Educação, basta que continuem a frequentar as piores escolas e, para o ministro da Justiça, é suficiente manter reservas negras como se criam reservas indígenas. A questão não é tratada eticamente. Faltam muitas coisas para ultrapassar o palavrório retórico e os gestos cerimoniais e alcançar uma ação política consequente. Ou os negros deverão esperar mais outro século para obter o direito a uma participação plena na vida nacional? Que outras reflexões podem ser feitas, quando se aproxima o aniversário da Abolição da Escravatura, uma dessas datas nas quais os negros brasileiros são autorizados a fazer, de forma pública, mas quase solitária, sua catarse anual?

Hipocrisia permanente

No caso do Brasil, a marca predominante é a ambivalência com que a sociedade branca dominante reage, quando o tema é a existência, no país, de um problema negro. Essa equivocação é, também, duplicidade e pode ser resumida no pensamento de autores como Florestan Fernandes e Octavio Ianni, para quem, entre nós, feio não é ter preconceito de cor, mas manifestá-lo. Desse modo, toda discussão ou enfrentamento do problema torna-se uma situação escorregadia, sobretudo quando o problema social e moral é substituído por referências ao dicionário. Veja-se o tempo politicamente jogado fora nas discussões semânticas sobre o que é preconceito, discriminação, racismo e quejandos, com os inevitáveis apelos à comparação com os norte-americanos e europeus. Às vezes, até parece que o essencial é fugir à questão verdadeira: ser negro no Brasil o que é? Talvez seja esse um dos traços marcantes dessa problemática: a hipocrisia permanente, resultado de uma ordem racial cuja definição é, desde a base, viciada. Ser negro no Brasil é frequentemente ser objeto de um olhar vesgo e ambíguo. Essa ambiguidade marca a convivência cotidiana, influi sobre o debate acadêmico e o discurso individualmente repetido é, também, utilizado por governos, partidos e instituições. Tais refrões cansativos tornam-se irritantes, sobretudo para os que nele se encontram como parte ativa, não apenas como testemunha. Há, sempre, o risco de cair na armadilha da emoção desbragada e não tratar do assunto de maneira adequada e sistêmica.

Marcas visíveis

Que fazer? Cremos que a discussão desse problema poderia partir de três dados de base: a corporeidade, a individualidade e a cidadania. A corporeidade implica dados objetivos, ainda que sua interpretação possa ser subjetiva; a individualidade inclui dados subjetivos, ainda que possa ser discutida objetivamente. Com a verdadeira cidadania, cada qual é o igual de todos os outros e a força do indivíduo, seja ele quem for, iguala-se à força do Estado ou de outra qualquer forma de poder: a cidadania define-se teoricamente por franquias políticas, de que se pode efetivamente dispor, acima e além da corporeidade e da individualidade, mas, na prática brasileira, ela se exerce em função da posição relativa de cada um na esfera social.
Costuma-se dizer que uma diferença entre os Estados Unidos e o Brasil é que lá existe uma linha de cor e aqui não. Em si mesma, essa distinção é pouco mais do que alegórica, pois não podemos aqui inventar essa famosa linha de cor. Mas a verdade é que, no caso brasileiro, o corpo da pessoa também se impõe como uma marca visível e é frequente privilegiar a aparência como condição primeira de objetivação e de julgamento, criando uma linha demarcatória, que identifica e separa, a despeito das pretensões de individualidade e de cidadania do outro. Então, a própria subjetividade e a dos demais esbarram no dado ostensivo da corporeidade cuja avaliação, no entanto, é preconceituosa.
A individualidade é uma conquista demorada e sofrida, formada de heranças e aquisições culturais, de atitudes aprendidas e inventadas e de formas de agir e de reagir, uma construção que, ao mesmo tempo, é social, emocional e intelectual, mas constitui um patrimônio privado, cujo valor intrínseco não muda a avaliação extrínseca, nem a valoração objetiva da pessoa, diante de outro olhar. No Brasil, onde a cidadania é, geralmente, mutilada, o caso dos negros é emblemático. Os interesses cristalizados, que produziram convicções escravocratas arraigadas, mantêm os estereótipos, que não ficam no limite do simbólico, incidindo sobre os demais aspectos das relações sociais. Na esfera pública, o corpo acaba por ter um peso maior do que o espírito na formação da socialidade e da sociabilidade.
Peço desculpas pela deriva autobiográfica. Mas quantas vezes tive, sobretudo neste ano de comemorações, de vigorosamente recusar a participação em atos públicos e programas de mídia ao sentir que o objetivo do produtor de eventos era a utilização do meu corpo como negro -imagem fácil- e não as minhas aquisições intelectuais, após uma vida longa e produtiva. Sem dúvida, o homem é o seu corpo, a sua consciência, a sua socialidade, o que inclui sua cidadania. Mas a conquista, por cada um, da consciência não suprime a realidade social de seu corpo nem lhe amplia a efetividade da cidadania. Talvez seja essa uma das razões pelas quais, no Brasil, o debate sobre os negros é prisioneiro de uma ética enviesada. E esta seria mais uma manifestação da ambiguidade a que já nos referimos, cuja primeira consequência é esvaziar o debate de sua gravidade e de seu conteúdo nacional. COMANDO Atenção alunos você deve ler com atenção e emita sua opinião sobre o texto em seguida elabore 5 questões perguntas com respostas faça numa caixa de texto imprima e assine depois faça sua postagem no Blog. Boa sorte.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

GEOGRAFANDO COM O JOTA: Atividade Final 2ºbimestrte para 1º ano

GEOGRAFANDO COM O JOTA: Atividade Final 2ºbimestrte para 1º ano

Atividade Final 2ºbimestrte para 1º ano


Otan eo Fim da Guerra Fria o desaparecimento da ameaça de uma invasão militar "socialista" à Europa Ocidental, a OTAN foi reestruturada num sentido menos preventivo de um conflito de amplas proporções e mais com objetivos de cooperação em matéria de segurança e de medidas de confiança para o conjunto da Europa. Ela também passou a participar, não sem alguns problemas em termos de mandato "constitucional", de operações de manutenção de paz no continente, geralmente em coordenação com outras organizações internacionais (mas nem sempre dotada de um claro mandato multilateral, como foi o caso nos Balcãs).

De forma bem mais complexa para os equilíbrios políticos na Europa pós-socialista, ela veio a ser "assediada" por países desejosos de escapar ao "abraço fatal" da Rússia, que recuperou (ou herdou) muitas das prevenções anti-ocidentais da desaparecida União Soviética. Assim, a história recente da OTAN é bem mais movimentada em termos institucionais e políticos do que a rigidez doutrinal e estratégica dos anos de Guerra Fria.

Logo depois da queda do muro de Berlim, uma conferência da OTAN em Londres dirigia votos de amizade aos países da Europa Central e Oriental e apoiava os projetos de unificação européia, a começar pela própria Alemanha, dividida oficialmente desde 1949 e de fato desde 1945. O Tratado da União Européia em Maastricht, em 1992, assim como a transformação da Conferência sobre Segurança e Cooperação na Europa em verdadeira organização (OSCE) foram saudadas como passos significativos nesse processo de aproximação e de cooperação pan-europeu. A OTAN estava pronta para aceitar novos membros e para reforçar seus esquemas táticos.

Medidas obstrucionistas russas impediam, no entanto, a incorporação de novos candidatos da antiga zona soviética nos esquemas militares da OTAN. A solução política encontrada pelos líderes do núcleo original (com uma França já parcialmente reconciliada com o hegemonismo norte-americano) foi o desenvolvimento de uma série de instâncias institucionais e de foros ad-hoc para acomodar os impulsos adesistas dos países mais abertamente pró-ocidentais (ou mais virulentamente anti-russos), como a República Tcheca, a Hungria e a Polônia. A primeira dessas iniciativas foi a criação de um Conselho de Cooperação do Atlântico Norte (CCAN), envolvendo os membros das duas antigas alianças rivais.

Foi através do "chapéu" do CCAN que se desenvolveu o programa "Parceria para a Paz", através do qual os países da OTAN abriram as portas para a cooperação com outros países no quadro da aliança ocidental. Contudo, não foi fácil vencer a resistência da Rússia a esses esquemas de cooperação que inevitavelmente terminariam por minar a sua capacidade de controlar (ou ameaçar) seus imediatos vizinhos geográficos. Apenas em 1997 se dá a assinatura, em Paris, do histórico acordo entre a Rússia e a OTAN sobre suas relações comuns, o que foi por alguns interpretado como uma espécie de veto russo a qualquer futura ampliação da aliança ocidental aos países que lhe eram contíguos. Poucos dias depois, entretanto, uma carta de cooperação foi assinada entre a OTAN e a Ucrânia, minando um pouco mais os velhos bastiões do antigo poderio soviético.

Poucos meses depois, uma conferência de cúpula da OTAN, em Madri, abria o caminho a novas adesões à sua estrutura militar, ao mesmo tempo em que mantinha os esquemas cooperativos com a Rússia. Os três primeiros candidatos da antiga fronteira ocidental do Pacto de Varsóvia - República Tcheca, Hungria e Polônia - aderiram ao Tratado de Washington em março de 1999, coincidindo com os primeiros 50 anos da organização e marcada por cerimônia organizada na Biblioteca Truman. Assim, desde alguns anos, novos candidatos da Europa Central e Oriental vêm batendo às portas da OTAN, a exemplo dos bálticos, e mesmo alguns do Cáucaso (como a Geórgia), sem que, no entanto, a aliança ocidental demonstre qualquer precipitação em seu acolhimento.

Ao completar o seu primeiro meio século de existência, a OTAN aprovou novo conceito estratégico, revisando radicalmente e ampliando consideravelmente seu mandato original e seu raio de atuação, uma vez que recebeu mandato para cobrir operações humanitárias e anti-terroristas, para a luta contra o tráfico de drogas, assim como ameaças indefinidas ao meio ambiente, à paz e à democracia, num espaço geográfico igualmente difuso quanto a seus limites externos. No terreno europeu, a OTAN começou a trabalhar cada vez mais estreitamente com a Organização da União Européia (OUE), que também passa por mudanças significativas em função dos avanços da integração européia a partir do Tratado de Maastricht. A OTAN e a OUE já introduziram, por exemplo, o conceito de forças-tarefas conjuntas (Combined Joint Task Forces, CJTFs), ou seja, unidades separáveis mas não separadas que podem ser deslocadas em função de objetivos especificamente europeus no quadro da aliança liderada por Washington.

No próprio teatro estratégico europeu, a conformação de uma política comum de segurança e defesa traduziu-se na transformação da UEO em uma espécie de "braço armado" da União Européia (UE), muito embora não disponha ainda, em sua estrutura institucional, de mecanismo equivalente à obrigação de assistência mútua automática em caso de agressão (como previsto no quinto artigo do Tratado de Bruxelas da OTAN). Em novembro de 2000, o conselho dos dez membros plenos da UEO - outros cinco membros da UE e seis outros países da OTAN não-membros da UE são observadores na UEO - aprovou a transferência progressiva de suas funções operacionais para a UE, o que a termo significa o desaparecimento da UEO.

De fato, depois da criação da Força de Reação Rápida (FRR) - desdobramento do Eurocorpo dominado pela França e pela Alemanha -, a transferência do Estado-Maior da OUE para o Estado-Maior da UE até 2002 poderá selar o destino da UEO, cujas estruturas políticas (Assembléia Parlamentar) e de coordenação de equipamento militar (Grupo Armamento da Europa Ocidental) já abrigam praticamente todos os países integrantes, candidatos à adesão ou associados à UE.

Quatorze dos atuais quinze membros da UE participam da FRR - tendo a Dinamarca preferido abster-se de participar (como já tinha optado por permanecer fora da união monetária) -, mas ela ainda padece de problemas graves, tanto de ordem logística quanto política: os franceses, herdeiros ideológicos de De Gaulle, gostariam de vê-la o mais possível independente da OTAN e dos EUA, ao passo que os britânicos, os mais fiéis aliados dos EUA, têm opinião exatamente inversa, preferindo manter uma estreita aliança com a OTAN, cujos esquemas táticos são, aliás, indispensáveis a qualquer operação mais complexa da futura FRR.

As relações políticas nem sempre tranqüilas da OTAN com a Rússia passaram a ser mantidas, desde maio de 1997, no quadro do "Ato Fundador das relações mútuas de cooperação e de segurança", que estabeleceu um novo foro de diálogo, o Conselho Permanente OTAN-Rússia. A evolução interna à própria Rússia - que adotou, no começo de 2000, uma nova doutrina estratégica, caracterizada por uma certa "flexibilidade" no uso do armamento nuclear -, assim como os desenvolvimentos políticos sempre imprevisíveis nos Balcãs e no Cáucaso, parecem constituir os desafios imediatos colocados em face de uma nova OTAN que, embora mais confiante em si mesma, não parece desejosa de crescer de forma incontrolada.

De forma surpreendente, porém, os ataques terroristas contra os EUA, ocorridos em 11.09.01, resultaram no estreitamento de relações e num novo espírito de colaboração entre a Rússia e a OTAN, o que poderia mesmo resultar num novo relacionamento cooperativo e, a termo, numa integração do país sucessor da ex-potência soviética às estruturas políticas da aliança atlântica. Ainda que não se preveja incorporação de esquemas militares e mesmo integração a nível de comando, esses desenvolvimentos são suscetíveis de alterar fundamentalmente a estrutura das relações internacionais.

No início do século XXI, marcado por nacionalismos irredentistas em regiões de grande diversidade étnica, a organização do Tratado de Washington aparece mais militarmente preparada do que politicamente coesa e uniformemente consciente de seus novos atributos "universais". A hegemonia militar continua a ser incontrastavelmente exercida pelos Estados Unidos, muito embora nem sempre sua liderança política e seus interesses nacionais sejam compatíveis com aqueles dos países europeus. Em todo caso, os compromissos com a causa dos direitos humanos, da democracia e do meio ambiente podem levar a OTAN a caminhos bem mais difíceis do que aqueles anteriormente balizados pelo maniqueísmo da Guerra Fria. Comando: Leia atentamente comente a postura ética da otan hoje.Elabore 05 questões pergunta e respostas deste texto.Faca isso em uma caixa de texto salve e tire uma cópia de tudo que for postar.obrigado Jota Marcelino

Fonte: www.espacoacademico.com.br

sexta-feira, 7 de maio de 2010

CONFLITOS ATUAIS PARA OS 2º ANOS


# O MUNDO ÍNDIANO:
HISTÓRICO:
As divergencias que existe na ásia meridional é fruto
do proceso de colonização e da diferença religiosa, que se
agravou coma colonização britânica e a posterior
independencia da região, que se fragmentou orginando
dois novos países, índia e paquistão que passaram a
disputar uma guerra local para ver quem realmente é a
potencia regional.
Essa disputa levou esses dois país no final do seculo
XX a se tornarem dententores de arsenal nucleares, o que
caracterizou um retrocesso na política externa dos dois
países, pois o mundo hoje se encontra muito mais
alinhado a questão econômica do que com o poderiu
militar que forá caracteristica predominante do periodo
compreendido como guerra fria.
A independencia desses dois países só aconteceu em
1947, quando um movimento caracterizado pela
resistência pacífica liderado por Mahatma Ganddhi se
tornou vitorioso na sua luta.
A divisão da ásia meridional em dois estados refletiu
as diferenças religiosas internas, o Paquistão abrangia a
maior parte da população muçulmana e a Índia a maior
parte da população hinduísta.
O parquitão tinha o territorio dividido em duas
porções, que após um violento conflito em 1971, foram
separados surgindo um terceiro estado soberano
bangladesh. Somando-se a esse acontecimentosurge no
mundo indiano dois movimentos saparatista, um no sri
lanka predominantemente budista o nepal e o butão
localizados na região do himaláia e também budistas.
1- A QUESTÃO DA CAXEMIRA:
O controle pela Caxemira --região montanhosa em
disputa pelo Paquistão e a Índia-- já provocou guerras
entre os dois países e há quase seis décadas
separatistas entram em confronto com agentes de
segurança indianos em plena cordilheira do Himalaia
pelo controle da área, que é considerada uma
passagem estratégica à parte sul do continente asiático.
O conflito chegou a adquirir novos contornos nos
últimos anos, com a demonstração de poderio atômico
feito por ambos os países: a rivalidade levou a uma
corrida armamentista que culminou com a entrada de
Índia e Paquistão, em 1998, no clube dos detentores de
armas nucleares. Ambos desenvolveram ao máximo
sua infra-estrutura militar. Desde então, as hostilidades
na Caxemira passaram a ser acompanhadas com mais
atenção pela comunidade internacional.
Grande parte da população da região da Caxemira
é muçulmana e quer a anexação ao Paquistão, o que a
Índia nega. Atualmente, dois terços do território estão
sob domínio indiano e o restante sob controle do
Paquistão e da China.
As relações da Índia com o Paquistão
começaram mal e jamais foram amistosas. Para piorar
ainda mais a difícil convivência entre ambos, observase
que a Índia e o Paquistão (separado originalmente
em Ocidental e Oriental) nasceram nos princípios da
Guerra Fria. O Paquistão inclinou-se a favor dos EUA
enquanto a Índia procurou o apoio da URSS. Explica-se
que ambos possuem bombas atômicas - a Índia
fazendo seu primeiro lançamento em 1974 e o
Paquistão em 1998 em razão deles teriam sido
estimulados pelas superpotências. Os EUA e a URSS
não desejavam que apenas a China Popular fosse
potência nuclear na Ásia e, a própria China Popular,
adversária da Índia, estava interessada em que o
Paquistão entrasse para o clube atômico. O perigo
maior é que elas, as armas nucleares, possam ser
utilizadas para resolver uma velha diferença que já se
arrasta por mais de 50 anos, a questão da Caxemira.
A primeira guerra entre os dois países pelo controle
da caxemira ocorreu entre os anos de 1948 e 1949,
com mais de 1 milhão de mortos. Na tentativa de
terminar com o conflito, no mesmo ano que marcou o
fim da primeira guerra, a ONU (Organização das
Nações Unidas) traçou uma linha de armistício que
dividiu a região em duas áreas. Em 1962, a China
também invadiu a Caxemira, ocupando uma pequena
parte do território
O fundamentalismo islâmico começou a surgir na
região em 1989, com o aparecimento de diversos
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CINGALESES E TÂMEIS NA ILHA
grupos extremistas islâmicos que realizaram diversos
ataques na parte indiana da Caxemira. Nas lutas entre
os grupos que envolvem os dois Exércitos e extremistas
islâmicos pró-Paquistão, mais de 60 mil pessoas já
morreram desde 1989. Segundo o governo indiano,
esses grupos recebem o apoio financeiro do governo
paquistanês, que diz apenas ampará-los politicamente.
Mas, em abril 2006, o presidente paquistanês,
Pervez Musharraf, e o primeiro-ministro indiano,
Manmohan Singh, prometeram buscar um "acordo final"
sobre a disputada região da Caxemira de maneira
"sincera e frutífera". As negociações foram iniciadas em
2004, e por enquanto, ainda não há uma resolução final
sobre o conflito.
Localização: Norte da Índia
- Espaço: norte da Índia na fronteira com o Paquistão e
China.
- Contexto: pós-guerra (2º guerra mundial)
􀀹 Causas do conflito
• O domínio da Índia (maioria hindu) sobre a Caxemira,
que possui grande parte da população muçulmana (75%),
não permitindo a sua emancipação.
• A Caxemira é reivindicada pelo Paquistão, que tem
dado apoio aos separatistas da Caxemira, já que o
Paquistão é um pais muçulmano.
• O conflito tem sido agravado pela corrida
armamentista entre os dois países que aumenta a
possibilidade de uma guerra com grandes proporções.
Os vultuosos gastos militares desviam recursos das
áreas sociais e pioram a situação de pobreza nessas
nações.
2- A QUESTÃO DOS SINKS:
• localização: norte da Índia (região do Punjab).
􀂾 Fatores:
• Os Sinks de maioria muçulmana lutam pela
independência do Punjab.
• A Índia não aceita a independência dessa região
porque teme a fragmentação de seu território com o
acirramento de outros movimentos separatistas.
3- A QUESTÃO DO SRI LANKA:
􀂾 CAUSAS DO CONFLITO
• A forte discriminação sofrida pelo tamis,
• Falta escola, trabalho e qualificação para essa etnia
que habita o norte da ilha. .
• Nos últimos anos o grupo tigre de libertação Tamil
Eelam, reivindicam a independência da península de
jaffna localizada no norte do país
Espaço: Norte do país, na região de Jafna
Corresponde Antigo Ceilão, tendo estado sob a
dominação Britânica até 1948.
Distribuição populacional: 75% de Cingaleses, 13% de
Tamis e o restante representando outras etnias.
4- A QUESTÃO DO QUEBEC
• Espacialização do conflito: vale do rio São Lourenço
no Canadá.
• Fatores do conflito:
Esta região historicamente foi colonizada por
franceses católicos que se tornaram maioria a passaram a
desenvolver atividades produtivas e culturais diferente do
restante do país colonizados pelos ingleses.
Essa comunidade e seus descendentes lutam peta
preservação de sua cultura, pela igualdade de direitos no
Canadá e, eventualmente, pela autonomia política.
A hegemonia econômica dos anglo-canadenses
transformou o inglês na língua dos negócios, mesmo no
Quebec.
Essa situação propiciou o surgimento, nos anos 60, da
Frente de Libertação do Quebec (FLQ), organização
terrorista que foi desmantelada em 1970, quando o governo
do Canadá em 1969 tornou o pais oficialmente bilíngüe.
• Situação atual do confllito:
Hoje essas duas étnias que habitam no quebec
convivem de certa forma hamônica, pois os franceses que lá
residem passaram a ter uma certa autonomia, e no final da
decada de 1990 ocorreu um plesbicito no qual a maioria
decidiu ficar unida ao canadá (50,3% , contra 49,7%da
população).
No entanto esse mesmo plebiscito decidiu que antes
do final da primeira decada do seculo XXI ocorrerá um
novo plebiscito para decidir se essa província se torna
independente ou não do canadá